Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Promotor pede absolvição de menores por crime em lagoa do Rio

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu à Justiça nesta quarta-feira (18) a absolvição dos dois menores que se entregaram à polícia afirmando que participaram do assalto que resultou na morte médico Jaime Gold, na lagoa Rodrigo de Freitas, na zona sul da cidade.
O assassinado de Gold, 57, registrado em maio passado, ganhou repercussão internacional. Ele estava de bicicleta na pista de lazer da lagoa, quando foi abordado por duas pessoas em frente ao centro náutico do Botafogo. Os bandidos o esfaquearam no abdômen e no braço, e fugiram com a bicicleta. Ele morreu horas depois.
A Promotoria alega não haver provas no processo que ratifiquem as confissões. Por fim, o órgão entendeu não haver mais contradições no processo e descartou a necessidade de uma acareação.
Ainda segundo o Ministério Público, também foi requerida a aplicação de medida socioeducativa ao primeiro adolescente apreendido.
O pedido da Promotoria teve por base o reconhecimento do adolescente pela testemunha do fato, os depoimentos dos policiais responsáveis pela investigação, as imagens captadas pela câmera do posto de gasolina próximo ao local do fato, entre outros indícios apurados ao longo do processo que tramita sob sigilo.
A juíza da 2ª Vara da Infância e Juventude terá um prazo de 10 dias para proferir a sentença. Caso condenado, a medida socioeducativa prevista é de internação pelo prazo máximo de três anos.
DEPOIMENTO DOS MENORES
Em depoimento dado em junho pelos três adolescentes apreendidos sob suspeita de esfaquear e matar Gold na lagoa Rodrigo de Freitas, um dos jovens foi inocentado.
Inicialmente apontado como suspeito, o menor - o único apreendido pela polícia - não participou do crime, disseram os outros dois jovens que se entregaram. Um deles havia até incriminado o adolescente, mas mudou a versão durante audiência.
A apreensão do terceiro menor provocou uma reviravolta no caso que já havia sido dado como encerrado pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil. Segundo os agentes, os dois primeiros suspeitos haviam comedido o crime.
Segundo a polícia, o primeiro menor foi apreendido após ser reconhecido por uma testemunha. Ele, no entanto, nega que tenha participado do crime. O segundo menor se apresentou à polícia após confessar o crime para a mãe.
Já o terceiro suspeito, que se apresentou na madrugada do dia 2, afirmou que participou do crime com o segundo menor, descartando a participação do primeiro. Ele afirma que foi responsável pela compra da faca e depois pelo descarte. Mas também nega ter der dado as facadas em Gold.
Advogado do primeiro menor, Alberto Júnior disse que o momento é de aguardar as investigações. "Estamos esperando o julgamento do habeas corpus, e só vamos definir novos passos após o resultado."

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV