Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Presidente do Sudão pode ser preso após reunião na África do Sul

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente sudanês Omar al-Bashir foi proibido por um juiz de deixar a África do Sul devido a um processo internacional que pode levar à sua prisão por violações aos direitos humanos. Ele está em Joanesburgo para uma cúpula de líderes africanos neste domingo (14).
Al-Bashir posou sorrindo para uma foto com os outros participantes do encontro, usando terno e gravata. Ele é procurado pela Corte Criminal Internacional (ICC, na sigla em inglês).
O partido que governa a África do Sul afirmou que o governo do país garantiu imunidade "a todos os participantes, como parte das normas internacionais para países hospedarem reuniões da União Africana, ou mesmo as nações unidas".
Segundo o partido, as decisões da ICC injustamente tendem a punir mais países africanos e do Leste europeu.
Antes do evento, a União Africana havia pedido à corte que parasse de processar presidentes no exercício do cargo e disse que não vai compelir seus estados-membro a prender um líder em nome da corte.
Al-Bashir já viajou ao exterior antes - Malawi, Quênia, Chade e Congo -sem ser preso. O ICC não tem o poder de forçar os países a detê-lo, limitando-se apenas a lembrar-lhes de que têm a obrigação legal de fazê-lo.
O Centro de Litigância do Sul da África disse ter obtido uma determinação judicial de que o governo deve impedir al-Bashir de deixar o país enquanto a corte julga se ele deve ser preso pelas acusações de genocídio e outros crimes.
Bashir tomou posse num golpe em 1989. As acusações que pesam contra ele se referem ao conflito em Darfur, em que 300 mil pessoas foram mortas e 2 milhões desapareceram após ações do governo, segundo as Nações Unidas.
Além dele, dois outros participantes da cúpula já tiveram problemas com o ICC.
Uhuru Kenyatta, do Quênia, foi acusado de coautoria indireta na violência após a eleição de 2007, que deixou mais de mil mortos. O processo foi suspenso por falta de provas.
Já o presidente interino do Quênia, William Ruto, está sendo julgado por crimes contra a humanidade no mesmo caso.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV