Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

​Crise dos migrantes põe à prova a tímida diplomacia do sudeste asiático

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

​Crise dos migrantes põe à prova a tímida diplomacia do sudeste asiático
Autor Refugiada da etnia Rohingya resgatada perto da ilha de Sumatra com outras pessoas em dois barcos saídos de Mianmar descansa em um centro de quarentena em Langsa, na Indonésia. (Foto: Chaideer Mahyudeen/AFP) - Foto: Reprodução

A tímida diplomacia entre os países do sudeste asiático e a inação de alguns governos diante do tráfico de pessoas são um desafio para as relações multilaterais na região, baseadas em evitar os assuntos de discórdia, afirmam vários especialistas.

A região permitiu que o problema se agravasse com seu fracasso sistemático em abordar os abusos aos quais Mianmar submete os integrantes da minoria muçulmana rohingya, cuja discriminação e violência os obriga a partir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O problema é que um dos pilares da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) é a não interferência em assuntos internos de outros países.

Esta associação inclui Mianmar, Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Cingapura, Tailândia e Vietnã. Agora, este princípio se voltou contra a ASEAN, afirma Elliot Brennan, pesquisador do Instituto Sueco de Segurança e Desenvolvimento Político, que estuda o bloco. A crise dos migrantes "exerce uma enorme pressão para que o bloco reformule sua política de não interferência", afirma o especialista. Inclusive a Europa, que tem uma maior coesão política e mais recursos que esta associação, tem dificuldades para agir em conjunto diante da grande quantidade de imigrantes que cruzam o Mediterrâneo a partir do Norte da África.

No caso do sudeste asiático, a maior parte dos refugiados é proveniente de Mianmar, e o número significativo de migrantes econômicos de Bangladesh, que não forma parte do bloco, complica o panorama. "Há muitas nuances complexas, incluindo a política de não intervenção nem crítica a outros governos do bloco", já que abriria um precedente que pode ser incômodo, afirma Chong Ja Ian, especialista nas relações entre estes países da Universidade Nacional de Cingapura. Para o acadêmico, a ASEAN "não parece estar pronta para enfrentar este tema". - Corrupção - Neste domingo, a maquinaria diplomática começou a entrar em funcionamento, à espera de uma cúpula regional sobre o drama da imigração ilegal marcada para 29 de maio em Bangcoc.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ministro malaio das Relações Exteriores, Anifah Aman, anunciou que na segunda-feira receberá seu colega indonésio Retno Marsudi, e "muito provavelmente na quarta-feira" seu colega tailandês, Tanasak Patimapragorn. Num futuro próximo Malásia, Indonésia e Tailândia também deverão determinar como resolverão o problema humanitário representado pelas centenas de pessoas que chegam em embarcações lotadas a sua costa.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV