Após explosão, navegação é liberada no Porto de Santos
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Quatro navios que estavam no Porto de Santos, no litoral sul de São Paulo, foram desatracados e reposicionados na área de fundeio.
O deslocamento foi feito como uma medida de segurança, em razão do incêndio que atinge os tanques de armazenagem da Ultracargo depois de uma explosão na manhã desta quinta-feira (2).
Os navios desatracados estavam nos terminais Brasil Terminal Portuário e o Terminal para Graneis Líquidos da Alemoa, onde opera a Transpetro, subsidiária de transportes da Petrobras. Uma das embarcações deslocadas foi o navio Nilza, da Transpetro.
A navegação na área, que havia sido suspensa, foi liberada na parte da tarde. Os navios, contudo, estão proibidos de atracar no porto, segundo o capitão Ricardo Gomes, da Capitania dos Portos.
Outra medida de segurança adotada foi a interdição da rua Augusto Barata, que dá acesso ao porto, para circulação de veículos. Os caminhões com destino ao cais estão sendo desviados para uma rota alternativa pelo centro da cidade.
Para sair da área portuária, os caminhoneiros são orientados a pegar a rua Cristiano Ottoni, de onde seguem para a Anchieta.
O incêndio começou por volta das 10h da manhã, quando um tanque de armazenagem de combustíveis explodiu em um depósito da área portuária de Santos. Uma área de 5.000 m² ao redor da explosão foi evacuada.
