Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Filho de Cristina Kirchner controlaria conta com o Irã, diz "Clarín"

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

MARIANA CARNEIRO
BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) - O filho da presidente Cristina Kirchner, Máximo Kirchner, seria um dos políticos argentinos que administrariam uma conta bancária criada supostamente para transferir recursos do Irã para a Argentina, passando pela Venezuela.
A denúncia é do jornal "Clarín", que neste domingo (29) revelou a existência de contas bancárias em três diferentes instituições financeiras internacionais que seriam utilizadas para essa finalidade.
Nesta segunda (30), o jornal informou que Máximo Kirchner seria titular de uma das contas reveladas pela reportagem.
Os demais administradores seriam, segundo o "Clarín", a ex-ministra da Defesa e Segurança e ex-embaixadora na Venezuela Nilda Garré e o ex-deputado da Frente para a Vitória (agremiação de Cristina) Henry Olaf Aaset que, como os Kirchner, é originário da província de Santa Cruz.
Reportagem da revista "Veja" deste fim de semana também informou a existência da conta e de uma segunda, também administrada por Máximo e Nilda, dessa vez no Morval Bank & Trust, das Ilhas Cayman.
As publicações ligam esse esquema financeiro à denúncia do promotor Alberto Nisman, encontrado morto em 18 de janeiro em seu apartamento em Buenos Aires.
A morte ocorreu quatro dias após denunciar a presidente por supostamente negociar com o Irã o encobrimento de suspeitos iranianos pelo atentado à entidade judaica Amia, em Buenos Aires, em 1994.
Em troca, a Argentina obteria vantagens comerciais. As denúncias de agora sugerem que poderia ter havido um suposto financiamento clandestino por trás do acordo entre Irã e Argentina.
Segundo o "Clarín", uma conta bancária administrada por Nilda Garré no banco iraniano Tejarat teria sido aberta em fevereiro de 2011, pouco depois de uma reunião secreta entre o chanceler argentino Hector Timerman e o representante iraniano para tratar do assunto.
Timerman nega a existência dessa reunião. A versão do governo da Argentina é que foi feito um acordo em 2013, com a finalidade de tentar interrogar os suspeitos iranianos em seu país. A tratativa não prosperou e o governo foi alvo de críticas de entidades judaicas no país.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV