Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Partidos trocam acusações de fraude eleitoral na Nigéria

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Na mais tensa eleição na Nigéria desde o fim do regime militar no país, em 1999, a principal sigla de oposição e o partido do governo trocaram acusações de fraude, em meio a problemas técnicos e a ataques dos extremistas do grupo islâmico Boko Haram.
No Estado de Rivers, um dos principais produtores de petróleo do país, o Congresso de Todos os Progressistas (APC, na sigla em inglês), do ex-ditador Muhammadu Buhari, disse que milícias armadas ligadas à legenda do presidente Goodluck Jonathan atacaram oposicionistas.
Ligado ao APC, o governador do Estado de Imo, Rochas Okorocha, acusou o Exército de interferir na votação.
Por sua vez, o PDP (Partido Democrático do Povo), de Jonathan -que disputa a reeleição e tem Buhari como principal rival-, afirmou que o APC tentou fraudar a votação usando menores de idade.
O presidente da comissão eleitoral nigeriana prometeu investigar as acusações em Rivers, onde houve também relatos sobre fiscais da oposição impedidos de acompanhar a contagem dos votos.
COMPARECIMENTO
A comissão prometeu divulgar resultados iniciais do pleito ainda no domingo (29) à noite. Com população de 177 milhões, a Nigéria tem 56,7 milhões de eleitores registrados; estima-se que o comparecimento às urnas tenha sido alto, apesar dos problemas técnicos e da violência.
A votação, que deveria ter sido realizada só no sábado, se estendeu pelo domingo devido a uma série de problemas com as máquinas de identificação biométrica -elas dificultaram o voto do presidente Jonathan e provocaram grandes filas no país.
Desde sábado, pelo menos 41 pessoas foram mortas pelo Boko Haram, que atua principalmente no nordeste da Nigéria. Apesar disso, o pleito foi considerado pacífico para os padrões nigerianos: na eleição anterior, em 2011, 800 pessoas morreram.
Jonathan e Buhari pediram calma a seus eleitores e assinaram um "acordo de paz" prévio à votação, mas há temores de que a violência registrada depois da eleição de 2011 se repita.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV