Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Ucrânia aprova aumento de 30% do efetivo das Forças Armadas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Parlamento da Ucrânia aprovou nesta quinta-feira (5) a ampliação em 30% do efetivo das Forças Armadas do país, em meio ao conflito com separatistas pró-Rússia nas regiões de Donetsk e Lugansk.
A medida, que foi uma resposta do presidente Petro Poroshenko ao avanço separatista de janeiro, foi aprovada por 270 dos 423 deputados que compõem o Legislativo. Com isso, as tropas das três forças poderão ter até 250 mil homens no total.
A maior parte dos novos soldados serão enviados às duas regiões conflagradas, onde os rebeldes controlam quase a metade do território. O objetivo é renovar a tropa que combate contra os separatistas, que desde abril sofreu mil baixas.
O aumento do número de soldados é aprovado 20 dias após o início do cessar-fogo, acertado em acordo mediado por Rússia, Alemanha e França em Minsk, capital de Belarus, em 12 de fevereiro.
Desde que a trégua entrou em vigor, no dia 15, ambos os lados se acusam de violá-la. Nesta quinta, o contingente militar da Ucrânia informou que houve 40 quebras do cessar-fogo em Donetsk e Lugansk nas últimas 24 horas.
Segundo o porta-voz da operação militar, Anatoli Stelmaj, a situação é mais complicada na região da cidade de Donetsk, o principal bastião rebelde. Por outro lado, os separatistas acusam as autoridades de Kiev de violarem a trégua 25 vezes.
RÚSSIA
Nesta quinta, a Rússia, acusada de fornecer armamento e combatentes aos rebeldes ucranianos, iniciou exercícios no sul do país, incluindo territórios em disputa nas regiões de fronteira.
Os exercícios envolvem mais de 2.000 soldados de combate antiaéreo e 500 itens de armamento, e vão durar pelo menos até 10 de abril, de acordo com a agência de notícias Interfax.
Segundo o ministério, os exercícios ocorrem nos distritos do Cáucaso Sul e Cáucaso Norte, e também em bases militares russas na Armênia, nas regiões separatistas da Georgia Abkházia e Ossétia do Sul e na região ucraniana da Crimeia, que Moscou anexou no ano passado.
Os exercícios provavelmente serão vistos pelo Ocidente como uma demonstração de força da Rússia, em meio a tensão nos laços entre a Rússia e o Ocidente devido à crise na Ucrânia.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV