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Governo cria grupo para discutir plano de ação para caso de rodízio em SP

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governo do Estado criou nesta quarta-feira (4) um grupo que deverá discutir um plano de contingência diante do eventual agravamento da crise hídrica na Grande São Paulo.
A criação deste plano era uma pressão de prefeitos da Grande São Paulo que diziam não estarem participando da tomada decisões diante da maior crise de abastecimento do Estado de São Paulo.
O grupo será conduzido por um membro da Secretaria de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo. Participarão ainda representantes da Sabesp, da Defesa Civil estadual, da Secretaria de Segurança Pública, de universidades, da sociedade civil e dos prefeitos da Grande São Paulo (a ser indicado prelo prefeito de São Paulo).
O grupo terá como objetivo planejar medidas integradas para um eventual rodízio, por exemplo. O plano deverá conter ações de curto e médio prazos "para o gerenciamento e minimização dos efeitos da estiagem, a
ser implementado para o caso de agravamento da crise hídrica e a inexistência de condições de oferta de água aos usuários".
CONTRATO
Nesta quarta-feira (4), a Segunda Câmara do Tribunal de Contas de São Paulo julgou irregular processo de licitação e contrato firmado pela Sabesp com a empresa Gerentec Engenharia Ltda.
Na avaliação do colegiado, a empresa estatal cometeu irregularidade ao não ter apresentado na convocação da licitação informações como detalhamento dos serviços previstos e regra adotada para cálculo de preços.
Segundo o a decisão, a Gerentec Engenharia foi contratada por R$ 2,3 milhões para "prestação de serviços especializados em ação social" e "sensibilização para otimização da adesão de clientes ao sistema de esgotamento sanitário".
O relator do processo, conselheiro Antonio Roque Citadini, deu prazo de 60 dias para a Sabesp apresentar as suas justificativas. A empresa estatal pode ainda recorrer da decisão ao plenário do Tribunal de Contas de São Paulo.

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