Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Consórcio deve confirmar até sexta se retoma obra da linha 4 do metrô

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

GUSTAVO URIBE
SÃO PAULO, SP - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), definiu a próxima sexta-feira (6) como o prazo para que o consórcio Isolux Córsan-Corviam informe se retomará as obras da segunda fase da linha 4-amarela do metrô paulista.
Por causa de atrasos, a administração paulista tem ameaçado rescindir o contrato com o consórcio vencedor, o que atrasará a entrega de estações que eram programadas para este ano.
Segundo o governo estadual, o consórcio espanhol tem apresentado problemas como a redução do número de funcionários, a falta de equipamentos e a carência de insumos para conclusão das obras.
Caso ele deixe o projeto de expansão da linha 4-amarela, o Banco Mundial, que é o financiador da obra, decidirá se chamará as segundas colocadas no processo de licitação ou se abrirá um novo processo licitatório.
Na próxima segunda-feira (9), uma expedição do Banco Mundial viajará à capital paulista para discutir a questão. A rescisão do contrato depende do aval da instituição financeira internacional.
"A sexta-feira é o prazo que tem o consórcio para apresentar a proposta de retomada e sua viabilidade. O Banco Mundial está acompanhando. Se retomar a obra, será ótimo. Se não retomar, rompe o contrato, faz nova licitação ou chama as segundas colocadas", afirmou.
Caso seja rescindido o contrato, a entrega das estações Higienópolis-Mackenzie, Oscar Freire, São Paulo-Morumbi e Vila Sônia vai atrasar –a conclusão das duas primeiras está prevista para este ano; as outras duas, para 2016.
As obras da segunda fase da linha 4-amarela foram iniciadas em 2012, com contratos de R$ 559 milhões no total. Até o momento, foi entregue apenas a estação Fradique Coutinho, em novembro.
Os dois lotes vencidos pelo consórcio espanhol incluem a construção das quatro estações, de pátios e túneis e a extensão de trilhos em direção a Taboão da Serra, na Grande São Paulo.
Procuradas pela Folha, as empresas Tiisa (brasileira) e Comsa (espanhola), que ficaram em segundo lugar na licitação do primeiro lote, informaram que caso o contrato vigente seja rescindido, têm "interesse em analisar as possibilidades e condições de assumir a complementação das obras".
As empresas brasileiras CR Almeida e Consbem, que ficaram em segundo lugar no segundo lote, disseram que ainda não foram contatadas pela gestão estadual, mas que "a proposta poderá ser analisada".
ATRASOS
Segundo o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, já foram aplicadas duas multas e enviadas 30 notificações ao consórcio espanhol.
De acordo com ele, a multa por rescisão poderá chegar a até 30% do valor dos contratos. "O melhor seria que o consórcio vencedor conseguisse retomar a obra, o que é muito pouco provável", disse.
A previsão do secretário estadual é que um novo processo de licitação seria aberto no final deste semestre, com o ganhador anunciado no final do ano.
Nesse caso, as estações São Paulo-Morumbi e a Vila Sônia, que eram esperadas para o ano que vem, seriam entregues apenas em 2017 ou 2018.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV