Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Corte rejeita direito à adoção para casais homossexuais

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP - A Corte Constitucional da Colômbia negou nesta quarta-feira (18) a possibilidade de adoção para casais de pessoas do mesmo sexo, mas manteve a permissão para adoção quando a criança é filha biológica de um dos membros do casal. 

"Os casais do mesmo sexo só podem adotar quando a solicitação recaia sobre o filho biológico de seu companheiro ou companheira permanente", esclareceu o tribunal através do Twitter. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A decisão da corte se deu em uma votação apertada: cinco magistrados votaram contra a adoção igualitária e quatro a favor. 

A decisão do tribunal foi imediatamente questionada pelos grupos de defesa dos direitos LGBT (sigla para Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros). 

"Estamos unidos e somos mais fortes. O país revelou seus preconceitos e se colocou como um obstáculo para a igualdade. Podem atrasá-la, mas não a podem evitar!", escreveu no Twitter Angélica Lozano, deputada do Partido Verde e militante da causa LGBT. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por sua vez, Mauricio Albarracín, diretor-executivo da ONG LGBT Colômbia Diversa, preferiu comentar o lado positivo da decisão. 

Albarracín destacou no Twitter que a Corte Constitucional aprovou a "adoção consentida de casais do mesmo sexo quando se trata de filho/a biológico/a". 

A comunidade LGBT acreditava em uma decisão favorável da Corte e tinha como antecedente o sinal verde que o tribunal deu em agosto de 2014 para a adoção de uma menina por parte de uma mulher casada com a mãe biológica da criança. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Corte já havia autorizado o direito dos homossexuais à adoção de crianças, mas de forma individual. 

Antes da decisão, o presidente da Conferência Episcopal da Colômbia, monsenhor Luis Augusto Castro, tinha afirmado que "se pode fazer experiências com ratos, mas não com crianças", ao defender a oposição da Igreja à adoção de menores por parte de casais do mesmo sexo. 

Na América Latina, países como Argentina e Uruguai já contam com legislação que permite a adoção de menores por casais homossexuais, enquanto no Brasil, no Chile e no Peru algumas iniciativas nesse sentido foram apresentadas, mas não obtiveram consenso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV