Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Suspeita de envolvimento em morte de italiana deixa Fortaleza e volta ao Rio

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

LULY ZONTA
SÃO PAULO, SP - A estudante carioca Mirian França de Melo, 31, suspeita de envolvimento na morte da italiana Gaia Molinari, 29, em Jericoacoara, em dezembro do ano passado, retornou ao Rio na manhã deste sábado (14) depois de ter permanecido em Fortaleza (CE) à disposição da polícia por quase dois meses.
Mirian tinha sido presa temporariamente em 29 de dezembro de 2014, quatro dias depois de o corpo da turista italiana ter sido encontrado. As duas viajavam juntas.
No dia 13 de janeiro, ela teve sua prisão revogada pelo juiz José Arnaldo dos Santos Soares, da comarca de Jijoca de Jericoacoara, no litoral cearense, mas não poderia deixar o Estado por um período de 30 dias para colaborar com as investigações.
O prazo expirou na última sexta-feira (13), e Mirian teve a liberdade anunciada por ter cumprido as condições impostas pela Justiça.
"Não há qualquer razão para mantê-la aqui", afirmou a defensora pública Gina Moura, que defende a estudante de doutorado em microbiologia. Segundo ela, Mirian foi ouvida várias vezes e colaborou com as investigações durante o período.
"Ela apresentou diversas provas, como comprovantes de compras, fatura de cartão de crédito. Testemunhas afirmaram que, no dia da morte de Gaia, ela não estava em Jericoacora", diz a defensora.
Ela ressalta ainda que a estudante carioca não foi indiciada pela polícia. Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, as investigações continuam, e o inquérito do caso Gaia segue em segredo de Justiça.
No início da tarde do sábado, Mirian, que permaneceu em Fortaleza com a ajuda financeira de amigos, foi recebida no aeroporto do Galeão por um grupo de quatro pessoas.
Pouco depois, ela apareceu sorridente numa foto postada na comunidade "Liberdade para Mirian França, Justiça para Mirian, Justiça para Gaia'', no Facebook.
No texto do post, havia a mensagem: "Chegou. Enfim, em casa!! Agradecemos todo o apoio e vamos comemorar essa nova fase".
A reportagem tentou contato com Mirian, mas não obteve resposta.
O CASO
Gaia Molinari foi encontrada morta em 25 de dezembro, após ter sido estrangulada. Seu corpo foi enviado de Fortaleza para Milão, na Itália, no dia 13 de janeiro, e velado no dia seguinte em Piacenza, cidade natal da turista.
Ela estava no Brasil desde novembro. Passou uma temporada em São Paulo, onde estudou português e colaborou em um projeto voluntário, e depois foi para Fortaleza. Antes de ir a Jericoacoara, trabalhava em um albergue em troca da hospedagem.
Herdeira de uma fábrica de calçados ortopédicos e formada em ciência da comunicação, ela morava em Paris havia dois anos. Amigos dizem que Gaia Molinari queria colaborar em projetos sociais. Seu destino, depois do Brasil , seria o Chile, onde a jovem planejava estudar e fazer trabalho voluntário.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV