Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Professores do Paraná mantêm acampamento perto da Assembleia

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Professores do Paraná mantêm acampamento perto da Assembleia
Autor Foto: arquivo/ Fotos Publicas - Foto: Reprodução

Em greve desde o dia 7 deste mês, os professores da rede estadual e municipais de ensino do Paraná estão acampados no Centro Cívico de Curitiba, que fica perto da sede do governo do estado e da Assembleia Legislativa (Alep). Segundo, Hermes Leão, presidente Sindicato dos Professores das Redes Públicas Estadual e Municipais do Paraná (APP-Sindicato), a categoria cobra do governo aumento dos salários, o pagamento das remunerações atrasadas e a retomada das negociações sobre os temas educacionais e a organização escolar.

Os professores estavam entre o grupo de servidores que ocupou o prédio da Alep em protesto contra a votação de uma série de medidas de contenção de gastos anunciadas pelo governo. Os manifestantes deixaram o local ontem (12) depois que o governo do Paraná anunciou a retirada “para reexame” dos projetos “em função dos lamentáveis acontecimentos que culminaram com a invasão dos prédios do Poder Legislativo, para preservar a segurança e a integridade física de deputados e servidores públicos”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

As propostas de redução de gastos do governo estadual, enviadas à Alep, incluíam a mudança da previdência dos servidores públicos, a redução do anuênio e mudanças no plano de carreira dos professores, entre outras medidas.

A Secretaria de Educação do estado diz que, nos últimos quatro anos, os professores receberam 60% de reajuste salarial e ampliação de 75% na hora-atividade, além de em 2014 os investimentos  no setor superaram em R$ 1,8 bilhão, o mínimo constitucional, e o estado aplicou no setor 35% do orçamento.

O governador Beto Richa classificou a manifestação como “absurda e violenta”. “Um grupo de baderneiros, infiltrado no movimento dos professores, impôs uma mordaça ao Poder Legislativo, impedindo temporariamente o seu funcionamento. É lamentável que a democracia, pela qual tanto lutamos, seja ameaçada por atos violentos como os que assistimos no dia de hoje”, disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV