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Pivô de separação de Hollande usa carro oficial , diz revista

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SÃO PAULO, SP - A revista francesa "Closer" publicou nesta sexta-feira (13) fotos que mostram a atriz Julie Gayet -apontada como namorada do presidente do país, François Hollande- acompanhada de funcionários do governo e usando veículo oficial em uma viagem. 

Sob o título "Julie Gayet, protegida como uma primeira-dama", a reportagem afirma que a atriz lançou mão do carro oficial para se deslocar a Rennes, no oeste da França, e acompanhar um filme do qual ela é produtora. 

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O texto diz ainda que um dos dois funcionários do governo que acompanhavam Gayet é um agente do Grupo de Segurança da Presidência da República, que já atuou como guarda-costas de Hollande em outras ocasiões. 

A "Closer" é a mesma revista que, no início de 2014, revelou o "affaire" entre Gayet, 42, e Hollande, 60 -o que provocou a separação do presidente francês e de sua então companheira, a jornalista Valérie Trierweiler, 49. 

Não desmentido, o romance com Gayet nunca foi confirmado oficialmente por Hollande. Essa situação fez com que a oposição ao partido do governo francês, o Socialista, protestasse após a publicação da reportagem nesta sexta. 

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"Se a senhora Gayet for a companheira oficial do presidente e ele confirmar isso, é normal o Estado assegurar sua proteção. Mas, se não é esse o caso, não faz sentido usar verba pública para protegê-la", disse Sébastien Huyghe, porta-voz da UMP, sigla do ex-presidente (e rival de Hollande) Nicolas Sarkozy. 

A Presidência francesa não se pronunciou sobre o caso. Em entrevista à TV, o ministro das Finanças, Michel Sapin, próximo a Hollande, sugeriu a possibilidade de ameaças à atriz que justificassem as medidas de segurança, mas frisou não ter conhecimento de nada concreto. 


FILHA DE MITTERRAND 

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O Grupo de Segurança da Presidência da República (GSPR) foi criado pelo último socialista a ocupar o cargo antes de Hollande, François Mitterrand (1916-1996), que presidiu a França de 1981 a 1995. 

O primeiro chefe do GSPR, Christian Prouteau, revelou em livro que, além de fazer a segurança de Mitterrand, o grupo protegeu por 13 anos Mazarine Pingeot, filha do presidente fora do casamento com Danielle Mitterrand.

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