Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Jordânia diz ter destruído 20% do poder de fogo do Estado Islâmico

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

SÃO PAULO, SP - A Jordânia, determinada a destruir o grupo Estado Islâmico, anunciou neste domingo (8) ter atacado 56 alvos jihadistas em três dias de bombardeios, depois da execução de um de seus pilotos, queimado vivo pelos extremistas.
O chefe da força aérea da Jordânia, o general Mansur Al-Jobur, declarou em uma coletiva de imprensa que os ataques aéreos desde quinta-feira destruíram 20% da capacidade militar do EI, embora ele não tenha especificado os locais dos ataques.
A Jordânia advertiu que tem a intenção de acabar com o grupo jihadista que matou Maaz Al-Kassasbeh, capturado em dezembro pelo EI após a queda de seu avião de bater seu avião na Síria.
"No primeiro dia de campanha para vingar o nosso piloto, destruímos 19 alvos, incluindo campos de treinamento e equipes", disse ele.
Outros 18 alvos, incluindo depósitos de combustível, de munições e centros logísticos foram bombardeados na sexta-feira, e no sábado, as forças jordanianas destruíram mais 19 alvos, incluindo quartéis e centros residenciais.
"Até agora, a campanha já destruiu 20% da capacidade de combate do Daesh (sigla em árabe para 'Estado Islâmico no Iraque e no Levante')", afirmou o general.
O ministro das Relações Exteriores jordaniano, Nasser Judeh, disse à Fox News que nesta semana a força aérea de Amã bombardeou os jihadistas na Síria e no Iraque, os dois países onde o EI proclamou seu "califado".
"Estamos determinados a aniquilar este grupo terrorista", disse Jobur durante uma coletiva de imprensa no domingo, acrescentando que continuarão com os bombardeios nos próximos dias.
O ministro do Interior, Hussein Majali, explicou por sua vez, citado pelo jornal Al Rai, que o cruel assassinato de Kassasbeh foi um "ponto de virada" na luta da Jordânia contra o jihadismo.
O país faz parte da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos para lutar contra o EI desde setembro.
Jobur indicou que os caças jordanianos realizaram 946 dos 1.500 ataques aéreos lançados pela força internacional desde o início da campanha, acrescentando que 7.000 jihadistas morreram desde que Amã entrou para a coalizão.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV