Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Dificuldade em importação, faz camisinhas 'sumirem' das prateleiras

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Dificuldade em importação, faz camisinhas 'sumirem' das prateleiras
Autor Imagem ilustrativa/ Foto: arquivo - Foto: Reprodução

A escassez de preservativos afeta os programas de prevenção à aids na Venezuela e poderá comprometer as Metas do Milênio de combate à epidemia e à gravidez precoce, alertou hoje (6) o presidente da organização não governamental StopVIH, Jonhatan Rodríguez.

"Sem um preservativo, não podemos fazer nada. A Venezuela apresentou o terceiro maior índice de infeções de HIV por habitante da América do Sul, segundo dados da Organização das Nações Unidas em relatório correspondente a 2013. O país também tem uma das mais altas taxas de gravidez em adolescentes do continente", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

De acordo com Jonhatan Rodríguez, a falta de preservativos afeta as campanhas oficiais e privadas de prevenção ao contágio da doença, porque impedem que seja colocada em prática uma das recomendações mais importantes, a prevenção.

Para ajudar jovens a saber mais sobre o vírus da aids e prevenir novas infeções, a StopVIH trabalha na elaboração de um aplicativo para smartphones, que estará disponível em breve e gratuitamente para os sistemas Android, RIM (Blackberry) e Windows.

"O aplicativo permitirá que nossa contribuição à sociedade continue crescendo”, informou Rodríguez. Ele acrescentou que o aplicativo é desenvolvido pela própria ONG, com ajuda de profissionais de informática.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os preservativos desapareceram das prateleiras de farmácias e demais estabelecimentos comerciais do país desde o fim de 2014. A principal queixa das empresas é a dificuldade de acesso a dólares para procedimentos de importação.

O problema é consequência do sistema de controle cambial em vigor, que impede a livre compra de moeda estrangeira no país, sendo necessário recorrer ao Estado para obter as autorizações.

Diante da situação, a StopVIH apelou ao Ministério de Saúde venezuelano para agilizar os procedimentos, de modo que as empresas consigam importar preservativos e "abastecer urgentemente as farmácias e os programas de prevenção de infeções por transmissão sexual".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Venezuela, é cada vez mais difícil conseguir produtos essenciais como alguns medicamentos, leite, óleo, café, açúcar, margarina, papel higiênico ou outros produtos básicos de higiene. Diariamente, os supermercados registram filas de clientes à procura de produtos, que, muitas vezes, são levados antes de chegar às prateleiras.

Alguns cidadãos recorrem frequentemente a aplicativos de smartphones para saber aonde chegam produtos escassos e para avisar amigos de sua existência em determinado local. Para consegui-los, os venezuelanos perdem horas em filas de diferentes estabelecimentos comerciais.

Fale com a Ouvidoria TAGS  venezuela preservativos escassez programas

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV