Príncipe Andrew nega que manteve relações sexuais com adolescente
SÃO PAULO, SP - O príncipe Andrew, 54, negou publicamente nesta quinta-feira (22) pela primeira vez as alegações de que manteve relações sexuais com uma adolescente.
Andrew, que é o segundo filho da rainha Elizabeth e o quinto na linha do trono britânico, enfrenta cada vez mais acusações depois que uma mulher, identificada apenas como Jane Doe número 3, o nomeou em documentos apresentados a uma corte na Flórida.
O documento fez parte de um longo processo judicial contra o banqueiro Jeffrey Epstein, que, segundo a mulher, a forçou a manter relações com pessoas importantes, incluindo o príncipe Andrew.
Ele não é um réu no caso, e não há nenhuma acusação criminal ou alegações formais foram feitas contra ele.
Autoridades do Palácio de Buckingham negaram que Andrew tenha tido qualquer envolvimento com a mulher.
"Apenas quero reiterar e reafirmar as declarações que já foram feitas em meu nome pelo Palácio de Buckingham", disse o príncipe Andrew nesta quinta durante uma visita ao Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça. "Meu foco está em meu trabalho."
Advogados americanos que representam a mulher apresentaram papéis requerendo que o príncipe responda às alegações sob juramento.
Nos documentos judiciais, a mulher diz que as negativas do príncipe são falsas.
"Espero que meus advogados possam entrevistas o príncipe sob juramento sobre os contatos e de que ele fale a verdade", ela afirma nos documentos.
A mulher afirma que foi forçada a fazer sexo com o príncipe em Londres, Nova York e em uma ilha privada no Caribe de 1999 a 2002.
O príncipe, também conhecido como Duque de York, tem sido afetado por anos por seu relacionamento com Epstein.
Em julho de 2011, ele renunciou a seu papel como embaixador de Comércio do Reino Unido depois de controvérsias por seus vínculos com o bilionário.
