França enfrenta duas crises de reféns em relação a ataque contra jornal
SÃO PAULO, SP - Um atirador mantém reféns em um supermercado kosher no leste de Paris enquanto os dois irmãos suspeitos do massacre contra o jornal satírico "Charlie Hebdo", Said Kouachi, 34, e Chérif Kouachi, 32, estão cercados pela polícia em Dammartin-en-Goele, a 35 km a nordeste da capital francesa.
Os irmãos estão dentro de uma pequena gráfica, supostamente com um refém, e teriam dito estar prontos para morrer.
No cerco aos Kouachi, foram ouvidos disparos e uma fumaça subiu do local, em uma indicação de que uma invasão policial poderia estar em andamento. Informação ainda não foi confirmada.
Na quarta (7), eles deixaram 12 mortos e 11 feridos ao atacar o "Charlie Hebdo", conhecido por satirizar religiões.
Uma fonte policial disse à BBC que duas pessoas foram mortas depois que um atirador, que seria o responsável pela morte de uma policial em Montrouge na quinta-feira (8), entrou no supermercado perto de Porte de Vincennes.
Policiais armados e equipes antiterrorismo estão no local. De acordo com a Associated Press, escolas foram fechadas na região.
A polícia também ordenou o fechamento de todos os comércios em Marais, uma área tradicionalmente judaica no centro do distrito turístico de Paris.
