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Coreia do Norte diz que novas sanções dos EUA são políticas hostis

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SÃO PAULO, SP - A Coreia do Norte criticou neste domingo (4) as novas sanções impostas pelos Estados Unidos contra o país, chamando-as de políticas hostis e repressivas por Washington.
O presidente dos EUA, Barack Obama, emitiu neste sábado (3) executiva autorizando a expansão das sanções contra a Coreia do Norte, após ataque de hackers à Sony Pictures Entertainment, pelo qual Washington culpa Pyongyang.
"A política persistentemente perseguida pelos EUA para sufocar a RDPC (Coreia do Norte), fomentando de forma infundada hostilidade para o país, só irá endurecer a sua vontade e a resolução de defender a soberania do país", disse o porta-voz do Ministério do Exterior citado pela agência de notícias estatal da Coreia do Norte KCNA.
"A ação persistente e unilateral tomada pela Casa Branca para atirar sanções contra a RDPC notoriamente prova que ela ainda não está longe da repugnância inveterada e da hostilidade para com a Coreia do Norte", afirmou.
SANÇÕES
Na sexta-feira (2), os EUA anunciaram novas sanções econômicas contra a Coreia do Norte, as primeiras medidas após o ataque cibernético contra a Sony. As ações têm como foco os setores de defesa e espionagem do regime norte-coreano.
"As ações e políticas provocativas, desestabilizadoras e repressivas do governo da Coreia do Norte, incluindo os atos cibernéticos destrutivos em novembro e dezembro de 2014, constituem uma ameaça contínua aos Estados Unidos", afirmou o presidente Barack Obama em carta à Câmara e ao Senado.
Divulgadas pelo Departamento do Tesouro, as sanções incluem três organizações norte-coreanas, entre elas o Reconnaissance General Bureau, a principal agência de inteligência do país e responsável pelo comércio de armas e também por grande parte das operações cibernéticas do país.

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