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Orientação é 'desinvadir' rápido, diz Alckmin após reintegração na USP

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SÃO PAULO, SP - O governador Geraldo Alckmin (PSDB) defendeu nessa terça-feira (23) a ação da polícia durante uma reintegração de posse em um terreno invadido na USP. A remoção das cerca de 40 pessoas que estavam no local, segundo estimativa da Polícia Militar, terminou em confronto e com três ônibus incendiados. 

"A USP tem segurança própria, o governo sempre apoia quando há necessidade. E, aqui em São Paulo, invadiu, 'desinvade'. E a orientação é sempre 'desinvadir' rápido. A polícia procurar trabalhar no sentido de cumprir a ordem judicial", afirmou o governador durante o anúncio do novo secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo. 

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A reintegração teve início por volta das 6h e foi concluída cerca de seis horas depois. Segundo a polícia, moradores de uma comunidade ao lado se juntaram às pessoas que ocupavam o terreno em um protesto. Algumas pessoas chegaram a jogar pedras e paus contra os PMs, que revidaram com bombas de efeito moral. A Tropa de Choque chegou a ser acionada. 

Segundo a SPTrans, um grupo incendiou três ônibus na cidade universitária durante a reintegração. Eles faziam as linhas 701U (Butantã - Santana), 702U (Butantã USP - Pq Dom Pedro 2º) e 702U (Butantã USP - Pq Dom Pedro 2º). 


ACAMPAMENTO

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Um grupo de pessoas iniciou, na madrugada de sábado (20), um acampamento em terreno na rua Pangaré, atrás do Hospital Universitário e próximo ao portão 3 da Cidade Universitária, no Butantã (zona oeste). 

Com a área pertence a USP, a Justiça pediu na Justiça uma ordem de reintegração de posse. Por meio de nota, a universidade informou que pediu a reintegração para "manter a integridade dos espaços que compõem o patrimônio da universidade". 

No momento da invasão, havia em torno de 200 pessoas, sendo a maioria moradores da favela São Remo, localizada ao lado do terreno. Nesta terça (23), a PM afirmou haver 40 no terreno durante a reintegração. Segundo a polícia, não houve pessoas feridas ou detidas durante a reintegração.

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