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Nível do Cantareira chega a 8%; outros sistemas também apresentam queda

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SÃO PAULO, SP - Todas as represas que abastecem a região metropolitana de São Paulo apresentaram queda no nível de armazenamento de água neste domingo (7). Segundo a Sabesp, o principal sistema de abastecimento, o Cantareira (que atende 6,5 milhões de pessoas), chegou a 8% - ontem (6), estava em 8,1%.
O Alto do Tietê, outro sistema importante, também continua em queda: chega agora aos 4,8%, frente aos 5% de sábado.
Já o Guarapiranga, que fornece água para 4,9 milhões de pessoas, opera com 32% de sua capacidade, queda de 0,2 ponto percentual em relação ao dia anterior. O reservatório Rio Grande também viu sua capacidade minguar neste sábado. Ele opera com 62,5% da capacidade, o que significa queda de 0,2 ponto percentual.
Até mesmo os sistemas Alto Cotia e Rio Claro –que, até ontem, tinham mantido seus níveis - mostram queda neste domingo. Ambos operavam com 29,9% da capacidade, porém o Alto Cotia agora tem 29,7% e Rio Claro, 29,4%.
OBRAS CONTRA A SECA
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), assinou nesta quinta-feira (4), em evento com a presidente Dilma Rousseff, convênio com o governo federal no valor de R$ 3,24 bilhões para viabilizar obras no Estado. Desse total, R$ 2,6 bilhões serão usados no combate à seca e o restante será destinado para projetos de mobilidade urbana.
A obra contra a seca a receber os recursos é a construção do Sistema Produtor São Lourenço, tida pelo governo paulista como essencial para combater a crise hídrica no Estado.
O sistema está orçado em R$ 2,6 bilhões. Desse valor, R$ 1,82 bilhão será financiado pela Caixa, com recursos do FGTS, e R$ 522,8 milhões pelos bancos privados, sendo a contrapartida do sistema São Lourenço de R$ 261,2 milhões. A obra abastecerá 1,5 milhão de pessoas em sete municípios da Grande SP.
A obra será feita por meio de parceria público-privada (chamada de PPP) e o dinheiro será administrado pelo consórcio privado responsável por ela.

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