Brasileira que vive na Suécia revela curiosidades sobre homens
A cidadezinha Sigtuna é a mais antiga da Suécia. Ela foi fundada em 970. Hoje, mais ou menos oito mil pessoas vivem lá. Foi em Sigtuna que surgiu a primeira moeda do país. E mais: a mais antiga igreja católica da Suécia foi construída em Sigtuna. Hoje, é uma igreja protestante.
Sigtuna é uma cidadezinha medieval que ficou conhecida por ser um lugar de nobres, residência de reis e rainhas, além de ter sido um importante centro de comércio no século X.
A equipe do Globo Repórter encontrou, na cidade mais antiga da Suécia, uma brasileira, a Tammy, que saiu da Paraíba, casou, tem filhos, e, hoje, já é uma cidadã sueca.
Globo Repórter: Como é que você veio parar aqui, Tammy?
Tammy Nordmyr, florista: É uma história longa. Primeiro, eu vim para passear, passei seis meses aqui, eu tenho parentes aqui, eu tenho duas tias que moraram aqui faz muitos anos, desde 1975. E elas me trouxeram para conhecer a Suécia. E eu fui ficando, né? Conheci um sueco, me apaixonei, casamos e eu fui ficando. Agora tenho família e tudo!
Globo Repórter: Você não perdeu o sotaque de paraibana.
Tammy: Eu tenho muito orgulho de ser nordestina. Eu não perco o sotaque de jeito nenhum!
Globo Repórter: E seus filhos não querem falar português?
Tammy: Eles entendem muito português, mas eles não falam porque para eles é tão natural. É sueco em todo canto. Eles falam sueco na escola, nas ruas, sueco com o pai. Ficou uma coisa mais natural falar sueco do que falar português.
Globo Repórter: Agora, o que os suecos têm de diferente dos homens brasileiros? Eles são melhores?
Tammy: Eles são prendados.
Globo Repórter: É mesmo? Como assim?
Tammy: Eles dividem tudo! Tarefas domésticas também! Eles são muito organizados.
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