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Regra que aumenta nº de aulas em autoescolas entra em vigor

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Regra que aumenta nº de aulas em autoescolas entra em vigor
Autor Foto: arquivo - Foto: Reprodução

SÃO PAULO, SP - Entrou em vigor ontem (1º) uma resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que aumenta de 20 para 25 a quantidade de aulas necessárias para tirar carteira de habilitação.

A regra vale para a categoria B (automóveis). Para a categoria A (motos), a quantidade subiu de 15 para 20 aulas. A regra que exige 20% das aulas no período noturno, para ambas as categorias, permanece igual.

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A mudança foi definida em junho, quando foi estabelecido o prazo. Mas, apesar da norma federal ser obrigatória, ela não está sendo cumprida no Estado de São Paulo.

Segundo o Sindicato das Autoescolas de São Paulo, o Detran-SP não adequou seu sistema eletrônico a tempo e pediu prazo de 40 dias ao Contran para normalizar a situação.

Magnelson de Souza, vice-presidente do sindicato, diz que o candidato que iniciar o processo neste mês continuará fazendo a quantidade de aulas menor no Estado.

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Quando a situação for normalizada e o novo número entrar de fato em vigor, ele estima que o custo para tirar a CNH aumente de 10% a 15%.

SIMULADOR
A nova exigência de aulas para tirar habilitação foi definida após a polêmica do simulador de direção - máquina que imita um automóvel com um percurso virtual.

Em 2010, o Contran estabeleceu que a quantidade de aulas seria aumentada e que o tempo extra deveria ser cumprido obrigatoriamente no simulador.

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O objetivo era aumentar a segurança, para que os futuros motoristas tivessem a primeira prática longe das ruas.
Após vários adiamentos, o obrigatoriedade entrou em vigor em 1º de janeiro.

Detrans e autoescolas, porém, reclamaram que havia poucos modelos disponíveis no mercado e que o custo da habilitação iria disparar. Usuários também relataram sentir náuseas no aparelho e parte dos especialistas questionou sua eficácia pedagógica.

Acabaram convencendo o Contran, que tornou o uso do simulador facultativo em junho, liberando os Estados a criar regras locais.

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O Rio Grande do Sul foi o único tornar o simulador obrigatório, segundo Souza. Lá, as cinco aulas extras são cumpridas na máquina.

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