Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Geral
publicidade
GERAL

Após morte de militar, Rio vai pedir que tropas federais permaneçam na Maré

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

FELIPE OLIVEIRA
RIO DE JANEIRO, RJ - O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), afirmou neste sábado (29) que vai pedir à presidente Dilma Rousseff e ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que o Exército permaneça no Complexo da Maré, na zona norte do Rio, após o prazo de desocupação previsto para dezembro.
A declaração ocorreu um dia após a morte do cabo Michel Augusto Mikami, 21, foi atingido por um tiro na cabeça durante uma troca de tiros na comunidade. Foi a primeira morte de um militar das Forças Armadas durante trabalho de apoio ao projeto das UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) no Estado.
Segundo Pezão, o objetivo é que as tropas permaneçam no local até que novos policiais militares se formem e uma UPP seja instalada no local. Até o fim do ano a expectativa é que serão formados cerca de mil militares no estado.
"Uma comunidade ao lado da Avenida Brasil, da Linha Vermelha, perto do Galeão, que tinha um nível de violência inimaginável. Uma região que o tráfico dominou por mais de 30 anos. Isso mostra a dificuldade que nós temos. E, se não fosse essa parceria com a presidenta Dilma e as Forças Armadas, dificilmente conseguiríamos ter êxito na nossa política de pacificação", disse ele, durante uma inauguração em Piraí (RJ).
Ainda segundo o governador, com o apoio da Força de Pacificação na Maré, os policiais militares poderão continuar reforçando os batalhões do interior do estado.
As tropas federais iniciaram a ocupação no conjunto de favelas no mês de abril, com cerca de 2.700 militares. O prazo de desocupação já foi prorrogado por três vezes. Inicialmente previsto para terminar em julho, ele foi prorrogado para outubro e, depois, dezembro. O governador não especificou até quando quer a presença dos militares na favela.
No Complexo do Alemão, na zona norte da cidade, as tropas também atuaram no processo de pacificação, em moldes semelhantes. O período de ocupação foi de 17 meses, iniciado em novembro de 2010 e finalizado em abril de 2012.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Geral

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV