Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Esportes
publicidade
ESPORTES

STJD arquiva processo de injúria racial contra Ramírez, do Bahia

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Relator do inquérito no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) que investiga a denúncia de injúria racial contra o atacante Índio Ramírez, do Bahia, o auditor Maurício Neves Fonseca determinou o arquivamento do processo contra o jogador colombiano. Ramírez foi acusado pelo meia Gerson, do Flamengo, de tê-lo chamado de negro em tom pejorativo durante jogo das duas equipes pela 26ª rodada do Brasileirão, em 20 de novembro.

Segundo o relator, nenhuma das testemunhas do processo, dentre elas o árbitro, os auxiliares, o delegado da partida e o então técnico do Bahia, Mano Menezes, disseram ter ouvido as palavras "cala a boca, negro", com as quais Ramírez teria ofendido Gerson. Nem mesmo as duas testemunhas indicados por Gerson, seus colegas de Flamengo Natan e Bruno Henrique, teriam ouvido as palavras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Além disso, nenhuma das imagens ou áudios captados do momento em que Gerson e Ramírez discutiam comprovariam a suposta ofensa racial praticada pelo atleta do Bahia.

"Para que seja caracterizada a existência de infração disciplinar e determinada a sua autoria, é necessário que venham aos autos elementos que comprovem os fatos e sua materialidade, para ser reconhecida a justa causa, cujo requisito é obrigatório para deflagrar um processo disciplinar desportivo", justificou Neves Fonseca em trecho da decisão.

"No caso em apreço, temos apenas a palavra isolada do atleta Gerson, que embora tenha sido levada em consideração por este Colendo STJD, tanto que houve a instauração do presente inquérito, ela, por si só, não autoriza o oferecimento de denúncia, eis que desprovida de provas", completou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, Ramírez segue livre para atuar pelo Bahia - contudo, não poderá fazê-lo, pois passou por uma artroscopia recente e terá uma recuperação estimada de dois meses.

O arquivamento não tem relação com a investigação do caso na Justiça comum. Em dezembro, o jogador do Flamengo prestou depoimento na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), no Rio de Janeiro.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV