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Seleção feminina joga mal e perde da Venezuela pela 1ª vez em jogo parado por raios e trovões

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A seleção brasileira de futebol amargou nesta quarta-feira sua primeira derrota diante da Venezuela na história. Após 10 triunfos contra as rivais, a equipe de Arthur Elias jogou muito mal, pouco produziu ofensivamente e acabou perdendo por 2 a 1 no CT da seleção mexicana, em Toluca. A partida foi paralisada por causa de raios, trovões e uma incômoda chuva que caiu já no segundo tempo.

De olho na Copa do Mundo de 2027, o Brasil ainda encara o México no sábado, fechando essa Data-Fifa com três amistosos. No primeiro deles, no sábado, a seleção fez uma primeira etapa em alta e goleou a Costa Rica, por 5 a 2, mesmo com queda de rendimento na fase final.

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Em sua meta de observar o máximo de jogadoras possível, Arthur Elias fez 10 modificações em relação ao time escalado no sábado, contra as costa-riquenhas. Apenas Fê Palermo foi mantida entre as titulares.

Toda modificada, a seleção brasileira sofreu com o entrosamento e para encaixar as jogadas. Em um primeiro tempo de muita marcação sob pressão, mas falta de objetividade, a equipe acabou indo para o descanso com somente uma finalização perigosa e em desvantagem, com gol de Michelle Romero após bate e rebate na área, no último minuto da etapa.

No começo da segunda etapa, Higuera bateu colocado e superou a goleira Claudia, em noite infeliz e que quase sofreu um 'frangaço' logo depois. A bola chutada de longe bateu em suas mãos e quase entra.

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Irritado com a apresentação ruim, Arthur Elias trocou cinco jogadoras de uma vez. Mas nem deu tempo de as mudanças darem uma resposta e os raios e trovôes se transformaram em forte chuva e as atletas deixaram o gramado correndo para se proteger.

Após 40 minutos, o jogo retomou com gol verde e amarelo. Em batida cruzada de Jaque, a seleção fez o que seria seu gol de honra. Por causa da condição climática ruim, a árbitra optou em dar somente um minuto de acréscimo, o que impediu que o Brasil, em alta após a Venezuela perder uma jogada, expulsa, empatasse.

Depois de reduzir o placar, o Brasil aumentou sua pressão, mas viu as venezuelanas apelarem à cera, parando o amistoso a todo tempo. Cada queda demorava muito tempo para a recuperação. No fim, as brasileiras se reuniram em um círculo no gramado para se cobrarem.

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"Jogamos muito mal, começamos mal, perdemos nossos duelos, entramos desligadas, elas com 100 (%) e nós com 10. Primeiro tempo demos um chute no gol e isso não é Brasil. Não foi um dia bom, a gente se cobrou, mas a gente precisa ser melhor e entrar ligada", admitiu a zagueira Tarciane ao SporTV. "Temos de aceitar que elas foram melhores que a gente", seguiu, já visando amistoso com o México no sábado. "Essa camisa é muito pesada e temos de honrá-la."

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