Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Esportes

publicidade
ESPORTES

Seleção de vôlei ignora retrospecto e prevê umforte Irã nas oitavas do Mundial

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A seleção brasileira de vôlei superou o Irã nos últimos 10 confrontos. Nesta terça-feira, às 16 horas (de Brasília), as equipes se enfrentam pelas oitavas de final do Campeonato Mundial em Gliwice, na Polônia, mas o time de Renan Dal Zotto não quer saber de favoritismo e prega total respeito ao oponente, prevendo enormes dificuldades.

São oito anos de invencibilidade contra a seleção do Oriente Médio, mas o último jogo, disputado pela Liga das Nações, há três meses, é usado de grande exemplo para que os brasileiros entrem atentos em quadra. Apesar dos 3 a 0, o jogo foi duro, com parciais apertadas, sobretudo nos dois primeiros sets, com 30 a 28 e 25 a 23. O Brasil fechou com 25 a 19.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"O Irã é um adversário muito competente. Sempre fazemos jogos duríssimos contra os iranianos, uma equipe muito forte fisicamente, com um grande oposto que sempre pontua bem nos jogos e é uma das peças que teremos que ter mais atenção no confronto", enfatiza o central Flávio, principal bloqueador do time na competição com oito ataques defendidos. "Este será um jogo de tudo ou nada e temos de saber que precisamos dar o nosso melhor para avançarmos na competição."

O técnico Renan Dal Zotto também prega pela cautela e total respeito. "Agora a competição chegou em um ponto que não cabe mais erro, quem perder está fora, não tem mais favorito", diz. "Quem não der o seu melhor, volta para casa. Nosso foco no momento está todo no Irã, mas ninguém terá vida fácil, pois todo jogo é uma guerra", acredita. "O time iraniano conta com atacantes fortíssimos e tem um ótimo poder de saque. A nossa equipe precisa jogar com equilíbrio e não depender somente de um fundamento."

Flávio já jogou na Polônia, pelo Aluron CMC Warta, e conta com o apoio da torcida local. Em sua visão, os poloneses são apaixonados pelo vôlei e, tirando sua seleção, costumam torcer pelo Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Uma coisa que posso falar com toda certeza é que a torcida polonesa é apaixonada por voleibol. Sempre lotam os ginásios, vibram, cantam, é sempre um espetáculo. E todas as vezes que viemos jogar aqui as arquibancadas estão sempre cheias e eles costumam nos apoiar, exceto, é claro, quando jogamos contra a Polônia", fala, já imaginando uma vantagem nas oitavas de final.

O Brasil busca o tricampeonato do Campeonato Mundial e a sexta final consecutiva, o que seria algo histórico e especial para Flávio, convocado com frequência desde 2019. "Este grupo é merecedor, será muito especial poder comemorar uma medalha aqui na Polônia."

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV