Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Esportes
publicidade
ESPORTES

Santos consegue suspensão de execuções cíveis e neutraliza risco de penhoras

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Santos comunicou, na tarde desta terça-feira, que a Justiça deferiu o pedido de suspensão de todas as execuções cíveis em curso contra o clube. Com isso, fica neutralizado, ao menos momentaneamente, o risco de sofrer consequências como a penhora de rendas de patrocínio e direitos televisivos.

A medida obtida, conhecida como centralização de execuções cíveis, concentra as ações em uma única vara e dá à diretoria santista um prazo de 60 dias para apresentar um plano de pagamento. O planejamento envolve organizar uma espécie de fila de credores, com datas determinadas para quitar a dívida com cada um deles. Para isso, o clube deve reservar quantias de sua receita mensal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Essa decisão é uma grande e importante vitória do Santos fora das quatro linhas, para seguirmos em direção ao equacionamento e saneamento das nossas muitas dívidas, que remontam a antigas gestões. A atuação do nosso Departamento Jurídico foi fundamental para que o Clube possa se reorganizar, planejar e respirar para sua reestruturação", afirmou o presidente do Santos, Andres Rueda.

O clube santista convive com complicações nos bastidores há um bom tempo, entre cobranças, bloqueios e penhoras. Em entrevista recente à Rádio 365, no final de março, Rueda chegou a afirmar que o valor da dívida do clube caiu de R$ 700 milhões para R$ 200 milhões ao longo de 2021, mas que "vira e mexe, aparece alguma coisa do armário".

O modelo de centralização de execução já vem sendo utilizado por outros clubes que viveram problemas financeiros de grandes proporções nos últimos anos. É o caso do Cruzeiro, que tem boa perspectiva desde a venda da Sociedade Anônima de Futebol (SAF) a Ronaldo Fenômeno, mas precisou criar sua fila de credores para lidar com dívidas das gestões anteriores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV