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Sabalenka leva pneu de Schneider, se despede nas quartas e continua sem título em Roland Garros

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Os dias festivos em Roland Garros, com muita interatividade com o público e direito a dancinhas (arriscou um moonwalk, do Michael Jackson, nas oitavas) chegou ao fim para Aryna Sabalenka nesta quarta-feira. A líder do ranking foi eliminada nas quartas de final com virada e pneu no set decisivo diante da russa Diana Schneider e continua sem títulos no Grand Slam parisiense.

Líder disparada do ranking, a tenista belarussa vinha empolgada em Roland Garros e era disparada a favorita após as quedas precoces da atual vencedora, a norte-americana Coco Gauff, a segundo do mundo, Elena Rybakina, e a terceira, a polonesa Iga Swiatek.

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E começou em alta diante de Schneider, vencendo o primeiro set por tranquilos 6 a 3. O 'massacre' continuou no começo do segundo set, quando Sabalenka abriu 4 a 1, com duas quebras, e parecia com a vitória nas mãos. A partir dali, porém, apenas uma tenista jogou, e não foi a favorita.

Schneider, de somente 22 anos e pela primeira vez nas quartas de Grand Slam, começou a acertar tudo e impediu que Sabalenka avançasse pela sétima vez seguida à semifinal de um Major. A russa assombrou na Philippe-Chatrier ao virar a parcial para 7 a 5.

Até então soberana, Sabalenka perdeu o controle emocional e técnico e acumulou erros - foram 57 na partida. Por consequência deste desequilíbrio, acabou arrasada no momento decisivo com um vexatório 6 a 0. Por vezes, a belarussa apareceu discutindo com seus treinadores.

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"Honestamente, estou sem palavras, estou superfeliz. Obviamente, hoje as condições estavam um pouco difíceis com o vento. Primeira vez jogando contra Aryna, super nervosa, jogando as quartas de final pela primeira vez...", foram as primeiras palavras da vencedora.

"No primeiro set, estava apenas tentando me ajustar ao jogo dela. Depois às condições e ao vento, tentando descobrir como jogar, sem pensar no placar", seguiu. "Eu pensei, tudo bem, são condições difíceis. Ela é a número 1 do mundo. Então, vou apenas tentar dar o meu melhor até o fim e ver no que dá. Eu lutei por cada ponto, tentei correr por cada bola e colocá-la um pouco mais dentro da quadra. Definitivamente, é uma vitória superespecial."

Foi somente a segunda vitória de Schneider diante de uma Top-10 em 16 compromissos. Atrás somente da compatriota Mirra Andreeva, de 19 anos, ela é a segunda tenista mais jovem a chegar em uma semifinal de Grand Slam. Por vaga na final, ela desafiará a polonesa Maja Chwalinska, vinda do qualificatório.

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