Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Esportes

publicidade
ESPORTES

Quem é Bia Souza, primeira medalhista de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O judô brasileiro está no topo do pódio nos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Depois das derrotas sofridas de Rafaela Silva e Rafael Macedo - que viram a terceira colocação ficar com seus adversários em desclassificações polêmicas -, Beatriz Souza venceu o ouro da categoria acima de 78kg.

A judoca chegou às quartas de final da modalidade após derrotar Izayana Marenco, da Nicarágua. Depois, nas semifinais, Bia eliminou a francesa Romane Dicko, por ippon. Na final, a judoca derrotou a israelense Raz Hershko, segunda do ranking mundial. Nas cinco lutas em que as duas se encontraram, brasileira saiu vitoriosa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Quinta do ranking mundial, Beatriz se fez presente em sua primeira edição dos Jogos Olímpicos. Ela até participou da corrida pela vaga olímpica de Tóquio, mas foi superada pela antiga representante da categoria: Maria Suelen Altheman. No Japão, porém, Suelen lesionou gravemente o ligamento do joelho, teve que sair carregada do tatame e se aposentou das competições.

Tempos depois, Maria Suelen tornou-se treinadora e Beatriz, agora com 26 anos, ganhou como técnica sua antiga rival. No Esporte Clube Pinheiros, local onde treina em São Paulo, Bia tem a chance de aprender com quem tem experiência e conhece a fundo a categoria mais pesada do judô feminino.

E apesar da pouca idade, Beatriz também chega aos Jogos de 2024 com experiência de sobra. Terceira colocada nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, em 2023, ela conquistou ainda o bronze no Mundial de Doha, no mesmo ano. O resultado foi o mesmo no Mundial de Budapeste, em 2021, e pouco melhor no de Tashkent, em 2022 - quando conquistou a prata. Nos Jogos Pan-Americanos de Lima, ficou com o bronze.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além de orgulho para o judô brasileiro, Bia pode dizer que as várias medalhas são ainda um orgulho para a família. Depois de passar por diversas modalidades na infância, a garota começou no esporte em que está até hoje inspirada por seu pai, que por muitos anos competiu nacionalmente. Para perseguir o sonho de ser profissional, a atleta saiu cedo de casa, aos 13 anos, para ir de Itariri, no interior de São Paulo, para a capital paulista, onde permanece até então.

Mais de uma década mais tarde, Beatriz Souza tem a chance de entrar para a história e ser a sexta mulher brasileira a subir ao pódio da modalidade. Após as conquistas de Larissa Pimenta e Willian Lima, no último domingo, ela se tornaria a terceira judoca a conquistar uma medalha em Paris - o que faria a delegação brasileira chegar a sua sétima medalha nos Jogos.

Bia encerra ainda as competições individuais da seleção brasileira de judô. Com a derrota de Rafael Silva, o Baby, na categoria masculina acima de 100kg, ela é a última judoca que tem a possibilidade de ganhar uma medalha por si mesma pelo País. No entanto, as disputas do judô continuam. Neste sábado, será realizada a competição por equipes mistas - e Beatriz poderá entrar mais uma vez no tatame, em busca de novas realizações para o Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV