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PSG supera Liverpool com dois de Dembelé, avança à semi da Champions e aguarda Real ou Bayern

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Atual campeão da Champions League, o Paris Saint-Germain deu mais um passo para a defesa do título. Nesta terça-feira, os comandados de Luis Enrique mostraram força, não se intimidaram com a pressão do lotado Anfield e se garantiram na semifinal após ganhar do Liverpool, novamente por 2 a 0 como na semana passada e, de novo, sendo superiores em campo.

Depois de diversas boas chances desperdiçadas na primeira etapa, duas delas com Dembélé tentando a cobertura e depois errando o voleio dentro da pequena área, o PSG garantiu o triunfo com belos gols do melhor do mundo, primeiro em batida de fora da área e no fim aparecendo livre para concluir a troca de passes.

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O time francês agora aguarda o vencedor do duelo desta quarta, entre Bayern de Munique e Real Madrid, na Allianz Arena, na Alemanha. Os mandantes defenderão vantagem de 2 a 1 anotada no Santiago Bernabéu.

No 37° aniversário da tragédia de Hillsborough, que vitimou 97 pessoas em 15 de abril de 1989, o Liverpool prestou homenagem com um minuto de silêncio respeitado por todos. Os jogadores carregavam tarjas pretas no braço.

SALAH NO BANCO E SOBERANIA FRANCESA

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Apenas no banco de reservas do duelo da França, o egípcio Mohamed Salah mais uma vez ficou como opção para o decorrer da partida - substituiu Ekitike, com grave lesão, com somente 30 minutos. Arne Slot, contudo, tinha o retorno do goleador Alexander Isak, recuperado de fratura e grande esperança de gols.

Já Luis Enrique mostrou todo seu contentamento com a apresentação da ida ao repetir os 11 escalados no triunfo da semana passada, por 2 a 0, sem sobressaltos e de maneira soberana - podia ter vencido até por goleada.

A confiança do Liverpool estava em sua força diante da torcida, enquanto os franceses apostavam no futebol ofensivo e envolvente para tentar calar Anfield pela segunda edição de Champions seguida e se colocar entre os quatro melhores.

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O Liverpool entrou em campo sob o hino que já virou tradição nas arquibancadas de Anfield, I never walk alone (você nunca estará sozinho), cantado em alto e bom som e que serve de combustível para missões ingratas como a desta terça-feira. Do outro lado, apoio não menos vibrante de três mil vozes francesas que encararam o frio de Liverpool dispostos a 'esquentar' seus ídolos por novo avanço no estádio.

A bola rolou e o PSG precisou de dois minutos para mostrar que não seria defensivo, jogando pela vantagem caseira, ao logo chegar na área de Mamardashvili, novamente na vaga do brasileiro Alisson, machucado, em duas oportunidades.

O Liverpool investia em lançamentos longos e equivocados, enquanto o PSG trabalhava a bola com maestria e sempre causava perigo. Dembélé tentou a cobertura e o georgiano salvou de soco. O melhor do mundo ainda errou voleio dentro da pequena área.

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Depois de não acertar nenhuma finalização no alvo na ida, o Liverpool conseguiu chegar em cabeçada de Isak, que ainda parou nos pés do goleiro Safonov, mas em lance de impedimento. Salah entrou com 30 minutos e no primeiro lance cruzou para Van Djik quase abrir o marcador. Marquinhos salvou no carrinho. A movimentada primeira etapa terminou sem gols.

PRESSÃO DO LIVERPOOL, PÊNALTI DESMARCADO E GOLS DE DEMBÉLÉ

Arne Slot modificou seu ataque após o descanso por causa do cansaço de Isak. E o Liverpool ganhou força com Gakpo, que quase abre o marcador em batida forte. Safonov espalmou para escanteio em pressão inicial gigante dos mandantes. O PSG estava acuado, algo raro na série.

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Aos 18 minutos, os torcedores ingleses 'explodiram' com a marcação de uma penalidade de Pacho em Mac Allister. A reclamação foi grande do lado do PSG e o VAR acabou entrando em ação para corrigir o equívoco do italiano Maurizio Mariani, encoberto na jogada.

Após nova defesa de Safonov, o PSG encaixou bom contragolpe, Kvaratskelia achou Dembélé que se livrou da marcação e bateu forte, de fora da área, para calar Anfield - torcedores estavam incrédulos, com mãos na cabeça ou no rosto - e colocar os franceses na frente mais uma vez. Foi o primeiro chute no gol da equipe na etapa. Definiu a vaga no fim, ao receber livre, de Barcola, e sair dançando, sorridente.

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