Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Esportes

publicidade
ESPORTES

Paulo André fica em último na bateria e é pior brasileiro nas eliminatórias dos 100m em Paris

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Nenhum brasileiro conseguiu se classificar para a semifinal dos 100 metros rasos nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. O pior desempenho foi Paulo André, que ficou em último lugar na bateria e terminou a competição em 61º lugar, entre 69 competidores (três foram desclassificados). O mais bem colocado foi Felipe Bardi, que ficou em 32º. Erik Cardoso acabou em 51º.

Com o tempo de 10s46 segundos, o ex-BBB teve o pior desempenho entre os brasileiros, e ficou atrás dos sete adversários na bateria, neste sábado, no Stade de France. Ele ficou quase 0s50 atrás do vencedor da bateria, o nigeriano Kayinsola Ajayi, que fechou sua participação em 10s02 segundos, seguido pelo italiano Lamont Marcell Jacobs (10s05), Abdul-Rasheed Saminu, de Gana, e Benjamin Richardson, da África do Sul, ambos também classificados com 10s06.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo o velocista, sua participação no reality show atrapalhou a preparação para os Jogos de Paris, mas ele disse não ter se arrependido da escolha. "Influenciou muito. Não vou ser hipócrita e dizer que não influenciou. Para ser atleta, chegar aqui e conquistar uma medalha, algum ato tem que ser sacrificado. E eu optei por não sacrificar e está tudo bem. Essa foi minha escolha. Tive uma oportunidade, abracei e não me arrependo", afirmou após a prova.

Um mês antes dos Jogos Olímpicos, Paulo André se lesionou, mas também não quis usar isso como justificativa para o resultado ruim. "Não estou feliz, óbvio, porque eu quero fazer um bom resultado. Coloquei a sapatilha acho que não tem nem 15 dias. Isso não é desculpa, mas é complicado para nós atletas", disse, frustrado, à TV Globo.

Felipe Bardi enfrentou na sua bateria uma das sensações dos Jogos Olímpicos de Paris, o jamaicano Kishane Thompson, que fez os 100 metros em 10 segundos cravados. Felipe fez um pouco acima, 10s18 segundos, terminou a bateria em quarto, mas sem chances de classificação. Avançaram às semifinais, além do jamaicano, o ganês Benjamin Azamati (10s08) e o cubano Reynaldo Espinoza (10s11).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar da decepção com o resultado, Bardi tratou de virar a chave para se concentrar no revezamento 4x100 metros que ainda disputará. "Não acabou, só começou. Vamos juntar todos aí, para que a gente consiga fazer uma grande prova e consiga levar o Brasil para a final, né? Esse é o nosso principal objetivo", afirmou.

Erik Cardoso não enfrentou a bateria mais difícil, mas também não conseguiu obter um bom resultado. Os 10s35 segundos o colocaram na sexta posição na bateria, longe dos três primeiros que se classificam para a semifinal: o queniano Ferdinand Omanyala, com 10s08, o italiano Chituru Ali, com 10s12, e o alemão Joshua Hartmann, com 10s16.

O atual campeão mundial, Noah Lyles, dos Estados Unidos, registrou o 12º melhor tempo nas eliminatórias dos 100 metros, com 10s04, e foi derrotado em sua bateria pelo britânico Louie Hinchliffe. Kenneth Bednarek e Fred Kerley, ambos dos EUA, foram os mais velozes: 9s97, marca distante do recorde olímpico (9s63) e mundial (9s58) do jamaicano Usain Bolt.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As semifinais da prova mais rápida do atletismo acontecem neste domingo, às 15h05 (horário de Brasília), e a final, às 16h50.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV