Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Esportes
publicidade
ESPORTES

Organizador do voo que matou Emiliano Sala é condenado a 18 meses de prisão

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O organizador do voo que resultou na morte do jogador de futebol Emiliano Sala em 2019 foi condenado nesta sexta-feira a 18 meses de prisão por contratar um piloto que ele sabia que não possuía a qualificação necessária para a função.

No dia 28 de outubro, o júri popular de um tribunal em Cardiff, no País de Gales, já havia considerado David Henderson, de 67 anos, culpado por imprudência e negligência suscetíveis de colocar o avião em situação de perigo, após um processo de duas semanas e sete horas de deliberação. Ele reconheceu sua culpa por transportar um passageiro sem autorização válida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O pequeno avião particular, em que viajavam o piloto David Ibbotson e o jogador de 28 anos, caiu no Canal da Mancha no dia 21 de janeiro de 2019. O atacante do Nantes seguia para a capital de Gales, onde tinha assinado um contrato de 17 milhões de euros (cerca de 105 milhões de reais) com o Cardiff City.

O corpo do jogador argentino foi recuperado do interior da aeronave mais de duas semanas após o acidente, a uma profundidade de 67 metros. Mas o corpo do piloto de 59 anos não foi encontrado.

Segundo a versão da acusação durante o processo, o réu deveria pilotar a aeronave, mas como estava de férias em Paris com sua esposa, confiou a missão a David Ibbotson, que não possuía licença de piloto comercial. Sua qualificação para este tipo de aeronave havia expirado e ele não possuía a competência necessária para a realização de voos noturnos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em março de 2020, o British Air Accident Investigation Office considerou, em seu relatório final, que o piloto David Ibbotson foi "provavelmente" intoxicado com monóxido de carbono do sistema de escapamento do motor.

As conclusões apontam que Ibbotson perdeu o controle do avião durante uma manobra realizada em velocidade muito elevada, "provavelmente" para evitar o mau tempo. A aeronave voava a 435 km/h no momento do impacto com a água, impossibilitando a sobrevivência de seus ocupantes.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV