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Kompany detona árbitro em queda do Bayern contra o PSG: 'Regras devem ser aplicadas igualmente'

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Vincent Kompany estava revoltado após a queda do Bayern de Munique na semifinal da Champions League diante do Paris Saint-Germain, com empate por 1 a 1 na Alemanha. Na visão do treinador, o árbitro português João Pinheiro cometeu erros decisivos ainda na primeira etapa que poderiam mudar a rota da partida.

As broncas de Kompany vieram em lances no qual o árbitro "ignorou" o óbvio. Primeiro, deixou de expulsar o compatriota Nuno Mendes após toque de mão que resultaria seu segundo amarelo na partida. Ele anotou uma falta de Laimer que não houve no lance. Logo depois, a zaga afasta mal e a bola bate no braço aberto de outro português, João Neves, na área, e o pênalti acabou ignorado.

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"Eu não gosto de falar sobre árbitros, mas esta noite todo mundo viu", iniciou seu descontentamento Kompany. "Estou orgulhoso dos meus jogadores, que lutaram por cada bola, cada duelo, cada momento. Mas o futebol neste nível é decidido por detalhes e esta noite os detalhes foram contra nós", continuou, na bronca com o homem do apito.

"Para mim, é muito difícil entender como isso não é um segundo cartão amarelo. Todo mundo no estádio esperava que o árbitro tomasse essa decisão. Se as regras são as regras, então elas devem ser aplicadas igualmente", disparou, revoltado com a "invenção" de falta de Laimer para evitar a expulsão.

Para piorar, João Pinheiro não anotou o pênalti quando a bola afastada pela zaga bateu no braço aberto de João Neves - optou apenas pelo lateral. A indignação alemã foi grande pois na França, há uma semana, por muito menos, o PSG teve um pênalti após o cruzamento de Dembélé bater na perna de Davies e depois em seu braço.

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"A bola claramente acerta a mão. Em jogos como este, uma decisão muda tudo e o Bayern merecia aquele pênalti", disparou. Questionado se seu time foi "roubado", ele mediu as palavras antes de responder. "Vou escolher minhas palavras com cuidado. Mas acho que meus jogadores vão sair deste estádio se sentindo frustrados. Muito frustrados. Porque eles deram tudo e não tiveram justiça nos momentos decisivos."

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