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Garantido para Paris-2024, Teddy Riner recusa mais de R$ 80 milhões para trocar judô pelo UFC

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Judoca mais laureado da história, o francês Teddy Riner, de 34 anos, foi oficializado pela Federação Francesa de Judô nesta sexta-feira como um dos 10 representantes do País para Paris-2024. Focado na busca por mais uma medalha, o gigante recusou uma proposta de 15 milhões de euros (cerca de R$ 80,4 milhões) para lutar no UFC, a mais famosa franquia das artes marciais mistas.

O judoca, dono de cinco medalhas olímpicas e 11 títulos mundiais, disse que não seria um movimento inteligente nem lógico a meses dos Jogos Olímpicos de Paris, que acontecem de 26 de julho a 11 de agosto de 2024. "Tenho que me concentrar no judô para vencer os melhores", afirmou Riner à mídia japonesa.

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Na Olimpíada diante de sua torcida, Teddy Riner tentará o terceiro ouro individual para se igualar ao japonês Tadahiro Nomura, campeão em Atlanta-96, Sydney-2000 e Atenas-2004. Ele ainda tem uma medalha de ouro por equipes mistas e duas de bronze individuais.

Riner já havia revelado ter sido alvo de sondagens para se transferir para as artes marciais mistas. "Não me interessa nem coincide com meus valores. Respeito os lutadores, mas receber socos e chutes na cara não é para mim", declarou o judoca ao jornal francês L'Equipe em 2015.

Uma ex-judoca medalhista olímpica foi um dos maiores nomes da histórica do UFC (Ultimate Fighting Championship). A americana Ronda Rousey atingiu enorme sucesso na franquia e foi incluída no Hall da Fama do UFC em 2018.

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Ronda conquistou a medalha de bronze nos Jogos de Pequim-2008 e foi a primeira atleta de seu país a subir no pódio no desde a introdução do judô feminino no programa olímpico, em 1992.

Atualmente, outra americana com currículo ainda melhor no judô se aventura nas artes marciais mistas. Kayla Harrison foi bicampeã olímpica (Londres-2012 e Rio-2016) e atualmente atua na PFL (Professional Fighters League).

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