Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Esportes

publicidade
ESPORTES

Fifa intervém após pergunta sobre homossexualidade em coletiva com técnico e capitã do Marrocos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Fifa, por meio de uma representante oficial, interveio na entrevista coletiva da seleção do Marrocos após a capitã Ghizlane Chebbak e o técnico Reynald Pedros serem questionados sobre se havia alguma jogadora homossexual entre as convocadas. Tanto a atleta quanto o treinador ficaram em silêncio e não responderam a pergunta.

"Me desculpe, mas essa é uma pergunta muito política, por isso vamos nos limitar a perguntas relacionadas ao futebol, por favor", disse a funcionária da Fifa depois do questionamento, que teria sido feito por um repórter britânico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A cena aconteceu nesta segunda-feira, logo a após a goleada por 6 a 0 sofrida pelos marroquinos diante da Alemanha, pelo Grupo H da Copa do Mundo da Austrália e da Nova Zelândia. Segundo o site The Athletic, foi possível ouvir os jornalistas marroquinos presentes na coletiva reclamando da indagação.

Localizado no continente africano, o Marrocos é um país árabe e de maioria muçulmana, onde a relação entre pessoas do mesmo sexo não é permitida. O repórter perguntou justamente como alguma das jogadoras da seleção marroquina lidava com a situação.

Segundo um levantamento da Reuters, 87 jogadoras convocadas para a Copa do Mundo são da comunidade LGBT+. Na seleção brasileira, nova jogadoras são assumidamente homossexuais: Marta, Tamires, Andressa Alves, Letícia, Lauren, Kathellen, Debinha, Geyse e Adriana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outra famosa jogadora LGBT+ é a estrela americana Megan Rapinoe, casada com a campeã olímpica de basquete Sue Bird. A atacante se assumiu gay publicamente em julho de 2012 e tem sido uma ativista de alto nível em questões sociais como direitos LGBTQ+, desigualdade racial e igualdade salarial de gênero. Ela foi voz importante na luta bem-sucedida das seleções femininas dos Estados Unidos por salários e condições iguais às dos homens, o que levou a uma ação judicial e, eventualmente, à assinatura de um novo acordo coletivo em 2021.

A Fifa proíbe as seleções de usarem faixas de capitã com as cores do arco-íris, referência à bandeira LGBT+ e comum entre algumas seleções. A entidade máxima do futebol já havia feito a proibição no ano passado, à seleção masculina da Alemanha, durante a Copa do Mundo do Catar. Os jogadores protestaram posando para a foto oficial da partida com as mãos tapando a boca.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV