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Diniz inicia era na seleção enaltecendo o prazer de jogar futebol e faz afago em Neymar

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Estabelecer vínculos. Criar conexões. Estar feliz e pleno. Foi nessa linha de pensamento que o técnico Fernando Diniz comandou a coletiva desta quinta-feira em Belém na véspera de sua estreia na seleção brasileira como treinador em partida contra a Bolívia, pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. O duelo está marcado para sexta-feira, às 21h45, em Belém. Defensor do futebol bem jogado, o treinador garantiu que não vai fugir das características à frente do selecionado nacional.

"O futebol que eu proponho também é de resultados. Jogar bem te aproxima do bom resultado. Eles vão se conhecer e vão ficar cada vez melhor. Em todo lugar novo que eu chego, procuro sempre estabelecer boas conexões e esse período de convivência está sendo bastante produtivo", afirmou o treinador.

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Principal nome da era Tite e grande jogador do futebol brasileiro na última década, Neymar ganhou afagos no novo chefe durante a entrevista coletiva.

"É um talento. Tipo de jogador que demora muito tempo para nascer outro. É muito fora da curva. Um dos grandes jogadores da história do futebol mundial. A página mais bonita ainda tem que ser escrita e o Neymar merece muito respeito. Generoso com os companheiros e um cara extremamente positivo. A bola e ele foram feitos um para o outro", comentou.

A relação próxima de Diniz com o seu elenco no cotidiano de treinos é uma marca que o acompanha desde o seu início na carreira de técnico. Para Diniz, essa prática é uma norma que vem ganhando ainda mais força em sua trajetória.

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"Eu cuido dos jogadores, mas os jogadores também cuidam de mim. É uma troca. Cada vez que um deles me elogia, eu me sinto cuidado. Por isso eu me sinto à vontade com eles, pois trabalhamos muito pelos objetivos."

Questionado por várias vezes sobre a forma diferente com que trata os atletas, Diniz procurou dar um tom de simplicidade ao seu "modus operandi". Colocou seus comandados na condição de protagonista e falou que todo o seu trabalho giram em torno quem atua sob as suas orientações.

"Minha exigência é fazer com que eles(jogadores) tenham segurança e prazer de jogar futebol. Tenho um trabalho tático muito grande, mas com o foco nos atletas. Por conta desse pensamento, faço algumas coisas diferentes", afirmou.

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Sobre o adversário, o comandante não quis saber de favoritismo, usou a cautela como escudo diante dos questionamentos e garantiu que todas as precauções estão sendo tomadas.

"Nunca levo o favoritismo para o vestiário. Temos que respeitar ao máximo. Nunca sabemos o que vai acontecer no jogo seguinte. A Bolívia tem um bom time, com bons jogadores e um treinador que sabe muito bem o que quer."

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