Começo de Diniz no Timão empolga com defesa sem ser vazada
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O início de trabalho de Fernando Diniz no Corinthians já começa a gerar sinais positivos dentro de campo. A vitória por 2 a 0 sobre o Santa Fe, na Neo Química Arena, pela Libertadores, não só garantiu a liderança do Grupo E, como reforçou uma evolução importante: consistência defensiva e sequência invicta
Com o resultado, o Corinthians chegou ao terceiro jogo seguido sem sofrer gols e também ao terceiro sem derrota. A série inclui as vitórias sobre Platense e Santa Fe, ambas por 2 a 0, pela Libertadores, além do empate sem gols com o Palmeiras, pelo Brasileirão.
Um dos principais destaques desse início sob comando de Diniz é o desempenho defensivo. O Corinthians não é vazado há três partidas - algo que não acontecia desde fevereiro, quando a equipe também emplacou uma sequência com vitórias sobre Red Bull Bragantino, Athletico Paranaense e São Bernardo.
A nova sequência, porém, chama atenção por acontecer em meio a jogos mais exigentes, incluindo compromissos de Libertadores e clássico. Vale mencionar que, além da solidez defensiva, o triunfo sobre o Santa Fe encerrou um jejum incômodo de dois meses sem vitórias jogando na Neo Química Arena.
REPETIÇÃO DE ESCALAÇÃO
Outro ponto que chama atenção é a manutenção da base titular. Pela primeira vez em cinco anos, o clube repetiu a mesma escalação em três partidas consecutivas. A equipe foi a campo nos últimos três compromisso com: Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele, André, Breno Bidon e Rodrigo Garro; Kayke e Yuri Alberto.
A última vez que o Corinthians havia repetido uma escalação em três jogos consecutivos havia sido em agosto de 2021, quando o Timão era comandado por Sylvinho. Na ocasião, o técnico mandou a campo os seguintes nomes: Cássio; Fagner, João Victor, Gil e Fábio Santos; Roni, Gabriel e Giuliano; Gustavo Mosquito, Adson e Jô.
Após a partida contra o Santa Fe, Diniz explicou sua visão sobre o tema: “Tenho um tipo de pensamento em relação a isso diferente da maioria. Respeito os dados fisiológicos, mas o jogador não é só um monte de ossos e músculos. Existem outras coisas que muitas vezes são até mais importantes, como a maneira como os jogadores se conectam, a vontade de jogar e o momento que vivem. Se não tivesse suspensão, eu teria a chance de repetir a escalação uma quarta vez”.