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Com Mayra Aguiar, Brasil é convocado para Mundial de Judô em Budapeste

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A Confederação Brasileira de Judô convocou, nesta terça-feira, os judocas que representarão o Brasil no Mundial em Budapeste, na Hungria, disputado entre 6 e 13 de junho. Na disputa, que será a última etapa classificatória para os Jogos Olímpicos de Tóquio, a seleção terá sua força máxima, com atletas em todas as categorias de peso, e o retorno da medalhista olímpica Mayra Aguiar.

Mayra Aguiar voltará às competições após passar por cirurgia no joelho esquerdo em setembro de 2020 e ficar afastada do Circuito Mundial durante oito meses. Apesar da ausência, ela está bem colocada no ranking mundial e deve assegurar um lugar nos Jogos de Tóquio.

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Além de Mayra Aguiar, no feminino foram convocadas Gabriela Chibana (48kg), Larissa Pimenta (52kg), Ketelyn Nascimento (57kg), Ketlyn Quadros (63kg), Aléxia Castilhos (63kg), Maria Portela (70kg), Maria Suelen Altherman (+78kg) e Beatriz Souza (+78kg).

A equipe masculina em Budapeste terá Eric Takabatake (60kg), Daniel Cargnin (66kg), Eduardo Barbosa (73kg), Eduardo Yudy (81kg), Rafael Macedo (90kg), Rafael Buzacarini (100kg), Leonardo Gonçalves (100kg), Rafael Silva "Baby" (+100kg) e David Moura (+100kg).

Para a convocação, a CBJ usou como critério o ranking mundial. Cada país pode inscrever, no máximo, nove atletas mulheres e nove atletas homens. Dessa forma, foram chamados os melhores brasileiros em todas as 14 categorias. Para as dobras, foram selecionados os dois melhores do Brasil por pontos por gênero.

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O Mundial na Hungria é a última chance de os judocas somarem pontos para o ranking olímpico. Há atletas brasileiras que buscam se afirmar dentro do grupo de classificados para a Olimpíada e outros que tentam entrar na zona de classificação.

O Mundial é a etapa do Circuito IJF que mais dá pontos no ranking de classificação olímpica. São 2 mil pontos para o campeão, o dobro de um Grand Slam, por exemplo. Para estar em Tóquio, o atleta precisa figurar entre os 18 melhores de sua categoria ou conseguir uma cota continental pelo ranking do seu continente que classifica apenas um atleta por país.

Segundo a Confederação Brasileira de Judô (CBJ), os atletas se prepararam em ambiente controlado em Pindamonhangaba, além de terem feito treinamentos de campo com europeus no Kosovo, Geórgia e na Rússia, onde eles treinaram com as seleções do Azerbaijão, Japão, Cazaquistão e Grécia.

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"Os resultados mais recentes, como os quatro pódios no Grand Slam de Tbilisi e os cinco pódios no Grand Slam de Kazan, mostram nossa evolução e indicam que o planejamento está no caminho certo. Esperamos alcançar nossos objetivos nesse Mundial. Queremos melhorar o ranking das categorias que ainda estão fora da zona de classificação olímpica e definir as disputas internas pelas vagas do Brasil", disse Ney Wilson Pereira, gestor de Alto Rendimento da CBJ.

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