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'Com essa lesão, não poderia continuar sua carreira', diz médico que operou Militão

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O médico Lasse Lempainen, responsável pela cirurgia de Éder Militão, afirmou que o procedimento era inevitável diante da gravidade da lesão sofrida pelo zagueiro do Real Madrid. Em entrevista ao jornal espanhol Marca, o especialista foi direto ao explicar o cenário clínico do jogador.

"Não havia outra opção. O que posso dizer é que a lesão era muito grave. A única alternativa era a cirurgia: com esse problema no isquiotibial, ele não poderia continuar sua carreira profissional no mais alto nível", declarou o cirurgião.

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Militão passou pelo procedimento após romper o tendão proximal do bíceps femoral da perna esquerda, lesão que o tirou da disputa da Copa do Mundo de 2026. Segundo o médico, apesar do impacto imediato, a decisão foi tomada pensando no futuro do atleta.

RECUPERAÇÃO EXIGE TEMPO E CAUTELA

De acordo com Lempainen, lesões musculares são comuns no futebol, mas nem todas exigem cirurgia. No caso de atletas de alto rendimento e com quadros mais severos - como o de Militão -, a intervenção se torna necessária.

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Ele explicou que o tempo de recuperação varia, mas há um padrão para casos desse tipo: "Em termos gerais, quando um jogador sofre uma lesão grave de isquiotibial, leva entre quatro e seis meses para voltar a competir no mais alto nível."

O defensor brasileiro tem retorno previsto para cerca de cinco meses, o que o colocaria de volta aos gramados apenas no segundo semestre.

O médico também destacou que, mesmo após a cirurgia, não é possível eliminar completamente o risco de uma nova lesão. Ainda assim, há formas de reduzir esse perigo: "Sempre existe uma vulnerabilidade e um risco residual, como em outras lesões. Por isso, é fundamental uma boa cirurgia e uma reabilitação bem planejada, passo a passo, para minimizar esse risco ao máximo."

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Militão pode voltar ao alto nível

Apesar do histórico recente de lesões, Lempainen demonstrou otimismo quanto à recuperação do jogador. Segundo ele, há diversos exemplos de atletas que retornaram ao mais alto nível após problemas semelhantes.

"Já tratei muitos esportistas de elite com esse tipo de lesão e eles conseguiram voltar ao máximo rendimento. Alguns, inclusive, tiveram seus melhores anos depois da cirurgia."

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A nova lesão de Militão ocorre em um momento delicado para a seleção brasileira, comandada por Carlo Ancelotti. O zagueiro era peça importante no planejamento para a Copa do Mundo, mas está oficialmente fora do torneio.

A ausência se soma a outros problemas físicos no ciclo, ampliando as dúvidas sobre o setor defensivo. Ainda assim, a prioridade, neste momento, é garantir que Militão retorne em plenas condições - mesmo que isso signifique um período maior longe dos gramados.

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