Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Esportes

publicidade
ESPORTES

COI avalia conduta de atletas para decidir sobre liberação de russos e belarussos em Paris-2024

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), afirmou nesta quinta-feira que a liberação da participação de russos e belarussos nos Jogos de Paris-2024 dependerá do comportamento dos atletas dessas nacionalidades em competições internacionais. Embora tenha recomendado a reintegração aos organizadores de campeonatos, o COI tem adiado a decisão sobre permissão para a Olimpíada.

"O momento é mais de monitorar a situação, de avaliar se as regras estão sendo respeitadas, se as condições estão sendo respeitadas por todos", disse Bach. "É cedo para tirar conclusões, temos a responsabilidade de não punir os atletas pelos atos de seus governos", completou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Atletas de Rússia e Belarus, países aliados na invasão à Ucrânia, chegaram a ser banidos de competições ao redor do mundo. O futebol e o atletismo, por exemplo, assumiram posições duras, banindo times e atletas dias após a invasão, em fevereiro de 2022. A Rússia foi impedida de tentar se classificar para as Copas do Mundo masculina e feminina de futebol.

Outros esportes, como tênis e ciclismo, continuaram a permitir que russos e belarussos competissem como neutros, sem defender as cores nacionais. Em março deste ano, o COI fez uma recomendação para que todas federações e associações esportivas internacionais seguissem este mesmo modelo, em uma tentativa de reintegração dos atletas das duas nações. Além da neutralidade, é exigido que os competidores não tenham vínculos com instituições militares, algo bastante frequente entre os desportistas russos.

Diante de tal cenário, encontros de russos e belarussos com ucranianos têm gerado desconforto no mundo do esporte. Em Wimbledon, a tenista ucraniana Elina Svitolina se recusou a apertar as mãos de adversárias da Rússia e de Belarus. O comportamento chegou a gerar vaias nas arquibancadas, por isso Svitolina solicitou um posicionamento à organização do Grand Slam, que pediu respeito à postura da tenista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV