Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Esportes

publicidade
ESPORTES

Clubes se posicionam de forma contrária à Reforma Tributária e veem ameaça contra investimento

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Clubes se posicionam de forma contrária à Reforma Tributária e veem ameaça contra investimento

Por meio de um comunicado emitido nesta terça-feira nas redes sociais, os clubes brasileiros se posicionaram de forma contrária aos impactos da Reforma Tributária. O receio dos dirigentes é que as mudanças possam ameaçar os investimentos e o futuro financeiro das agremiações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Atual campeão da Copa Libertadores e do Campeonato Brasileiro, o Botafogo fez uma publicação em nome dos clubes e ressaltou que as alterações podem comprometer o modelo de gestão dos clubes-empresa.

"A aprovação desta alteração poderá impedir a criação do futuro maior mercado do planeta. E pior: afastar investimentos futuros com enormes impactos esportivos, sociais e econômicos", diz parte do trecho da nota.

A mudança tributária, segundo os clubes, pode afetar as várias fases de um planejamento esportivo como investimentos nas categorias de base, criação e melhorias de estádios e Centros de Treinamentos e afetar na contratação de atletas e na captação de patrocínios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A elevação dos custos seria um perigo ainda maior para as equipes de menor porte, que buscam um horizonte no cenário esportivo por meio de apoio de investidores.

A nota informa que a criação da Sociedade Anônima do Futebol (SAF)facultou aos clubes a adoção de um modelo empresarial destinado especificamente à administração do futebol.

Em menos de três anos, de acordo com o comunicado, "95 clubes ao redor do Brasil se transformaram ou nasceram enquanto SAFs. Das agremiações que disputaram a Série A do Campeonato Brasileiro, 40% utilizam esse formato de administração".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atualmente, a Lei da SAF estabelece o Regime de Tributação Específica do Futebol (TEF) no qual 5% das receitas de uma SAF devem ser recolhidos mensalmente. Em pauta para a sessão desta terça da Câmara dos Deputados, o relatório do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), propõe a manutenção da alíquota de 8,5% para as SAFs.

P

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Esportes

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV