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Brasil pode igualar maior período sem vencer a Copa do Mundo

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Brasil pode igualar maior período sem vencer a Copa do Mundo
Autor Imagem meramente ilustrativa - Foto: Pixabay

Na história da Copa do Mundo, as maiores “secas” brasileiras ocorreram de 1930 até 1958 e de 1970 até 1994. Em ambos os períodos, a seleção participou de cinco edições sem vencer (em 1942 e 1946 não houve disputa devido à Segunda Guerra Mundial). Se o Brasil não tiver êxito no Catar, chegará ao mesmo número de participações sem título, já que a última conquista ocorreu em 2002. Apesar disso, a equipe comandada por Tite é tida como favorita nas casas de apostas, e quem gosta de entretenimento esportivo pode aproveitar o Código Bônus bet365 para fazer suas previsões.

O futebol brasileiro parece estar assistindo ao surgimento de uma geração bastante interessante. Jogadores como Vinícius Jr, Rodrygo, Raphinha, Gabriel Martinelli e Bruno Guimarães já vêm se destacando em seus cubes, na Europa. Talvez ainda esteja cedo para protagonizarem uma Copa do Mundo, mas se contarem com o auxílio de jogadores experientes, como Neymar, Casemiro, Alisson, Marquinhos e Thiago Silva, poderão ajudar bastante o Brasil a chegar longe.

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Sem dúvidas, a seleção terá adversários muito difíceis pela frente – como a França, atual campeã mundial, ou a própria Argentina, que conquistou a última Copa América ao vencer o Brasil, no Maracanã, por 2 a 1. As casas de apostas ainda apontam como favoritas Alemanha, Inglaterra, Espanha e Portugal.

De todo modo, até o momento, as principais ameaças parecem, mesmo, ser França e Argentina. Didier Deschamps tem à disposição diversos jogadores que atuam nos principais clubes da Europa. Scaloni, por sua vez, embora conte com menos talentos, tem um jogador que está acima de todos os outros: Lionel Messi. E o craque do Paris Saint-Germain tem uma motivação extra para a Copa do Catar: aos 35 anos, esta poderá ser sua última participação em um Mundial.

Isso, é claro, não significa que o Brasil não possa ser eliminado pela Alemanha, Espanha, ou, quem sabe, até mesmo a Bélgica. Há muitas seleções fortes na disputa, e o Brasil já não é aquele time que intimida os adversários.

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O caminho rumo ao hexa, portanto, será bastante complicado, e Tite terá de extrair o melhor de seus jogadores. Dessa forma, os líderes do elenco deverão estar 100% focados na competição, para que sirvam de exemplo e motivem os mais jovens. O Brasil tem time para brigar pelo título, mas há muito tempo deixou de ser o favorito absoluto. Se ainda é considerado assim pelas casas de apostas, o único motivo é a tradição. E essa tradição precisa ser respeitada pelos próprios jogadores que defendem a “amarelinha”.

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