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Botafogo supera crise extra campo, derrota o Petrolero e segue invicto na Sul-Americana

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Vivendo um caos fora das quatro linhas, com o afastamento de Textor no controle da SAF, o Botafogo vai mostrando que os problemas não entram em campo e fechou o mês de abril em alta. Com 90 minutos de domínio no Nilton Santos, superou com certa facilidade o Independiente Petrolero-BOL por 3 a 0, nesta terça-feira, para seguir invicto no Grupo E da Sul-Americana, em duelo válido pela terceira rodada.

Com paciência, trocou passes até achar espaço para marcar seus gols. Mateo Ponte apareceu como homem surpresa na área para abrir o placar, ainda no primeiro tempo. Com domínio na posse de bola, tirou a retranca boliviana da zona de conforto e Montoro ampliou. Em contra-ataque, Newton fechou a conta na reta final da partida.

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Com a boa vitória, o Botafogo fechou o mês com saldo positivo. Em nove jogos, entre Brasileiro, Copa do Brasil e Sul-Americana, foram seis vitórias e três empates. Na competição continental, lidera o Grupo E, com sete pontos, e pode confirmar a liderança na quarta-feira, em caso de tropeço do Caracas-VEN diante do Racing-ARG.

O Botafogo se impôs desde o primeiro minuto. Com o controle da partida, ditou o ritmo nos minutos iniciais e trabalhou bem a bola no campo de ataque. Trocando passes, procurou abrir a retranca adversário. Quando conseguiu expor a defesa boliviana, abriu o placar. Alex Telles cruzou na segunda trave e Mateo Ponte apareceu de homem surpresa para empurrar para as redes, aos 14 minutos.

O detalhe do gol foi logo antes, chamando o Petroleiro para o seu campo, Neto quase se complicou na saída de bola e chegou a ser vaiado pela torcida, que, logo após o gol, passou a apoiar mais o time.

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Com a vantagem no placar, o Botafogo ainda seguiu com dificuldade para chegar na área, com o Independiente ainda formando uma linha de cinco frente à sua área. Com o duelo amarrado, Kadir passou a ser a válvula de escape. O atacante saiu em velocidade e cruzou rasteiro para Arthur Cabral, que se jogou na bola e perdeu um gol feito. Na reta final, na mesma estratégia, Kadir serviu Medina para ampliar, mas o tento foi anulado por impedimento do atacante na origem da jogada.

Na volta do intervalo, o Botafogo manteve a postura ofensiva e já tinha certa facilidade para furar a defesa do Petrolero. Empilhando chances, Kadir e Montoro pararam no goleiro Gutiérrez. Quando a bola passou pelo goleiro, Palma tirou em cima da linha o chute de Edenilson. De tanto pressionar, o time carioca chegou ao segundo gol. Alex Telles cobrou falta direta, Gutiérrez espalmou e Montoro pegou o rebote para ampliar, aos 16.

Perdendo por dois gols de diferença, o Independiente se viu obrigado a sair para o jogo. Equilibrando na posse de bola, passou a atacar mais, mas ao mesmo tempo deu espaço na defesa e o Botafogo aproveitou para encaminhar a vitória. Em contra-ataque, Chris Ramos disparou e lançou Newton invadir a área e bater cruzado, aos 31. Na reta final, por pouco Marçal não transformou o resultado em goleada, mas acabou carimbando a trave, o que não fez falta.

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FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO 3 X 0 PETROLERO-BOL

BOTAFOGO - Neto; Mateo Ponte, Bastos, Alexander Barboza e Alex Telles (Marçal); Allan, Edenílson (Newton), Medina e Montoro (Santi Rodríguez); Kadir (Joaquín Correa) e Arthur Cabral (Chris Ramos). Técnico: Franclim Carvalho.

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PETROLERO - Gutiérrez; Saúl Torres, Eduardo, Palma e Francisco Rodrigues (Leaño); Rojas, Diego Vargas (Gustavo Cristaldo) e Willie; Rudy Cardoso (Rivas), Jonathan Cristaldo (Mercado) e Wagner Pinote (Rafael Rutkowski) . Técnico: Thiago Leitão.

GOLS - Mateo Ponte, aos 14 minutos do primeiro tempo. Montoro, aos 16, Newton, aos 31 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS - Bastos, Santi Rodríguez e Eduardo.

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CARTÃO VERMELHO - Eduardo.

ÁRBITRO - Fernando Véjas (CHI).

RENDA - R$ 168.497,00.

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PÚBLICO - 8.434 torcedores.

LOCAL - Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ).

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