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Max tenta obrigar Amélia a fazer amor

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Max tenta obrigar Amélia a fazer amor
Autor Ele é irônico durante todo o tempo - Foto: Globo

Amélia (Júlia Lemmertz) sai do banheiro, de camisola, passando creme na pele, e se assusta ao dar de cara com Max (Lima Duarte), que já fica instigado com o cheiro do produto que a esposa está usando. Ela tenta sair da situação: “Max! O que quer aqui? Eu estou cansada, quero deitar”. “Pois deita-te, que te faço descansar”, diz ele, enquanto dá tapinhas sobre o colchão da cama de casal.

Amélia diz preferir que o marido saia, mas ele rebate: “E eu prefiro ficar. Tenho saudade de ti, Amélia. Quero minha esposa... na cama!”. Ela toma coragem e tenta ser firme com o fazendeiro: “Isso está fora de questão. Este é um casamento acabado, com prazo para minha saída desta casa. Sabe muito bem que eu jamais voltaria a... ter uma vida conjugal com você depois de tudo o que fez com nossos filhos!”, avisa.

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Mas Max se comporta como o mais tirano dos amantes: “Pois te digo que tua recusa não é em nome de nossos filhos, dona Maria Amélia. E sabes bem que tenho razão. Só que tenho meus direitos de marido”. Para Max, é obrigação da esposa ir para cama, sempre que ele exigir.

Ela fica com medo, e ele a segura firme pelos pulsos, avisando: “Não quero te ferir, Amélia. Mas vou fazer isso se for necessário”. “Vai me obrigar, me forçar a me deitar com você?”, pergunta ela, já com a voz embargada de tanto nojo.

Sonso, ele solta: “Não, minha bela esposa! Vou te dar duas opções. Forçar-te é apenas a segunda delas. Vê como não sou, afinal, tão truculento? Te dou escolhas! Tu escolhes de que modo vais te entregar a mim: deitas por bem, ou pela força. Entonces... como vai ser?”.

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O cúmulo da aceitação

Depois de “prestar seu papel” como marido na cama, Max larga Amélia deitada, cheia de lágrimas nos olhos. Ela está estática, com a visão fixa no teto, ultrajada pela atitude do marido.

Já levantado, Max diz, enquanto abotoa os botões da camisa: “Tenha uma boa noite de sono, minha querida”. Ele se curva para dar um beijo no rosto da esposa, mas ela se vira rapidamente e cospe na cara dele. Max sente vontade de agredi-la, mas consegue se segurar. Ele limpa o rosto e sorri:

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“O prazer também foi todo meu!”. Amélia fica sem reação. É como se tivessem arrancado-lhe a decência, a moral e, principalmente, a felicidade de mulher.

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