Deserto Azul retrata vazio existencial em Brasília futurista
Escrito por Da Redação
Publicado em 27.12.2010, 14:05:00 Editado em 27.04.2020, 20:53:28
É madrugada no Planalto Central. Uma equipe de filmagem aproveita o azul radiante do céu noturno para gravar as cenas de um filme que transforma Brasília num deserto estranho e futurista.
Os atores, fotógrafos e contrarregras, eletrizados pela cafeína, consultam versões do roteiro no iPad do diretor Eder Santos.
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Na cena daquela noite, os atores Odilon Esteves e Ângelo Antônio contracenam nus, em camas lado a lado, amarrados a emaranhados de fios. Eles vivem o mesmo personagem --jovem e velho. Falam de dobras no espaço e no tempo que tornam possível a convivência etérea na Brasília pós-tudo.
