Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Entretenimento

publicidade
ENTRETENIMENTO

Polêmica do Código Florestal chega à COP-16, em Cancún

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A polêmica em torno das mudanças propostas ao Código Florestal na Câmara foi trazida por ONGs ambientalistas à Conferência Climática da ONU. Logo pela manhã desta quarta-feira, o Greenpeace foi até o hotel onde está hospedada a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), defensora da revisão da legislação florestal, para constrangê-la com a entrega do prêmio Motosserra de Ouro. O Eco, publicação diária escrita por grupos ambientalistas e que tem enorme leitura entre os participantes do evento, também traz hoje um grande texto sobre o Brasil, intitulado "Brasil em Reverso". O artigo diz que o maior inimigo do Brasil é o próprio Brasil.

"Não somente o presidente Lula disse publicamente na semana passada que Cancún não vai dar em nada, como o Legislativo brasileiro está prestes a lançar um sopro fatal sobre a esperança de um futuro de redução de emissões (de gases-estufa)", diz o texto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.


A aprovação das mudanças propostas no relatório de Aldo Rebelo (PC do B - SP) será, segundo o Eco, o "mais vexaminoso endosso à ação do homem no aquecimento global em toda a história".


Na terça-feira, questionada sobre a possibilidade de o relatório ser votado pelo plenário da Câmara, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que é preciso discutir mais o tema, já que o texto aprovado este ano pela Comissão Especial da Câmara não conta com o apoio de importantes setores da sociedade, como a comunidade científica.


"Isso causa impacto negativo. Nós temos que entender que o Brasil tem condições de modernizar o código sem causar externalidades negativas. A sociedade brasileira quer discutir", disse a ministra, lembrando que sua pasta prepara uma proposta alternativa ao texto que tramita na Câmara.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE


Entre os pontos mais polêmicos do relatório de Aldo, está a anistia para quem desmatou até julho de 2008 e a possibilidade de que cada estado reduza os atuais limites obrigatórios de manutenção da mata nativa nas margens dos rios.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Entretenimento

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV