Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Entretenimento

publicidade
ENTRETENIMENTO

Estudo indica que 1/5 dos vertebrados está sob ameaça

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Estudo com a participação de 174 pesquisadores de diversas instituições concluiu que uma em cada cinco espécies de vertebrados está ameaçada de extinção no mundo. E, pior, a taxa tem aumentado: no período de 1980 a 2008, em média 52 espécies de mamíferos, aves e anfíbios se moveram para uma categoria mais próxima da extinção a cada ano.

As principais causas para a perda de espécies são a expansão da agricultura, a exploração de madeira e a introdução de espécies invasoras que acabam competindo com as nativas. "A espinha dorsal da biodiversidade está sendo corroída. Um pequeno passo dentro da Lista Vermelha é um salto de gigante rumo à extinção", disse Edward O. Wilson, um dos mais reconhecidos biólogos da atualidade, da Universidade Harvard. Ele não participou do trabalho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

As espécies estudadas constam da chamada Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). As categorias da lista são: menos preocupante, quase ameaçado, vulnerável, em perigo, criticamente em perigo, extinto na natureza e extinto (até em cativeiro).

Apesar de refletir a crise atual da biodiversidade, o documento, publicado na revista Science, serve para encorajar os esforços de conservação. De 25.780 espécies analisadas, 64 de mamíferos, aves e anfíbios tiveram melhora no status graças a ações realizadas por governos ou ONGs. "Mostramos que os esforços não são em vão. As ações de conservação estão fazendo a diferença. O que é preciso agora é aumentar o investimento", disse Ana Rodrigues, uma das autoras do estudo, do Centro de Ecologia Funcional e Evolutiva, da França. Ela diz que a criação de unidades de conservação na Mata Atlântica permitiu evitar perda de hábitat e controlar atividades de caça - possibilitando que espécies como o mico-leão-dourado e o papagaio-de-cara-roxa não desaparecessem. Outro exemplo é a moratória para a caça de baleias, que garantiu a recuperação da baleia-azul.

Anfíbios - A maioria das ações de conservação tem como foco os mamíferos e as aves. O estudo aponta que os anfíbios estão em "situação calamitosa", sofrendo com altos níveis de ameaça e pouco esforço de preservação. Um dos problemas é uma nova doença, altamente contagiosa, que parece capaz de levar dezenas de espécies à extinção em poucos anos - ainda não se descobriu a cura. "Nessa fase, a única solução é garantir que existam populações em cativeiro como um ‘seguro’ contra extinção", diz Ana. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Entretenimento

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV