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Ator de "A Teoria de Tudo" volta a se transformar fisicamente em novo filme

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GUILHERME GENESTRETI, ENVIADO ESPECIAL
VENEZA, ITÁLIA (FOLHAPRESS) - Vencedor do Oscar como Stephen Hawking de "A Teoria de Tudo", o inglês Eddie Redmayne volta a se transformar fisicamente em mais um papel que pode vir a ser lembrado pelos membros da Academia: o da transexual Lili Elbe, de "A Garota Dinamarquesa".
Dirigido ppr Tom Hooper ("O Discurso do Rei"), o filme fez sua estreia mundial como um dos competidores da 72ª edição do Festival de Cinema de Veneza.
"Não é só pela possibilidade de passar por mais uma transformação corporal. É uma história de amor sobre uma pessoa corajosa o bastante para viver uma vida autêntica", respondeu Redmayne quando perguntado sobe o que o levou a aceitar o papel.
Lili Elbe, identidade feminina adotada pelo dinamarquês Einar Wegener, é tida como a primeira transsexual a passar por uma cirurgia de mudança de sexo, ainda nos anos 1920. O filme retrata o universo de Wegener, então um artista plástico com algum renome em Copenhague. Mais do que explorar a operação de mudança de sexo em si, foca a paulatina aceitação de uma nova identidade pela personagem.
"É uma mulher que aos poucos vai ser revelada", disse Hooper. "Lili estava escondendo uma mulher dentro de seu corpo e fez algo muito impactante numa época em que isso ainda não existia."
O diretor foi questionado pela opção em ter escalado um ator heterossexual para o papel, crítica que ecoa a recebida por Jared Leto em "Clube de Compras Dallas", personagem que lhe valeu um Oscar.
"O acesso dos transexuais ao universo de cinema de fato é limitado", afirmou Hooper. "Mas havia uma questão aqui: durante boa parte do filme, o personagem se apresenta como homem e então vai se transformando. Eddie era a minha primeira escolha. Acho que há algo feminino nele."
Redmayne já havia trabalhado para Hooper no musical "Os Miseráveis", de 2012.
Para compor o papel, o ator disse ter procurado ajuda na comunidade transexual. "Me ensinaram basicamente duas coisas: que dariam qualquer coisa por viver autenticamente e sobre a importância do apoio de parceiros para se aceitarem."
Em "A Garota Dinamarquesa", o apoio vem de Gerda (Alicia Vikander), mulher de Einar. É ela quem cede os primeiros vestidos —no começo, com um propósito meramente objetivo: usar o marido de modelo vivo feminino para os quadros que ela pinta. Aos poucos, contudo, desperta um desejo reprimido em Einar.
"Ela era uma artista, e a arte é uma forma interessante de estar à frente do seu tempo", comentou Vikander. "Gerda era uma mulher capaz de amar mais o outro do que a si mesma."

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