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Professor de dança promove evento para reunir ex-alunos

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Professor de dança promove evento para reunir ex-alunos
Autor Jefferson Lisboa calcula que chegou a ter cinco mil alunos entre 1987 e 1996 - Foto: Divulgação

Reunir o maior número possível de alunos e amigos feitos através do curso de dança de salão que ministrou em Apucarana ao longo de dez anos. Este é o projeto do professor Jefferson Lisboa, que organiza o encontro para este sábado (24), a partir das 21 horas, no Clube Ucraniano. “Na verdade, esse encontro foi uma sugestão dos próprios alunos, interessados em reviver aqueles tempos e as amizades que surgiram através da dança”, afirma Lisboa, que foi professor de dança entre os anos de 1987 a 1996 e hoje vive em Curitiba.

Ele lembra que o curso tinha duração de oito horas, depois terminava com um baile no Country, na ACEA e na AABB. “Eu calculo que foram mais de cinco mil alunos, pois cada curso tinha de 50 a 100 casais. Alguns casais faziam mais de um curso, por causa do estilo. Geralmente, o encerramento reunia mais de 500 pessoas”, acrescenta o professor. O curso tinha certificado e medalhas. Lisboa também levou aulas de dança para outras cidades da região, como Arapongas, Londrina, Faxinal, Lunardelli, Ivaiporã e São Pedro do Ivaí.

“Este vai ser um evento para que os amantes da dança possam se reencontrar, relembrar aqueles tempos e, claro, dançar”, frisa o professor. Jefferson Lisboa diz que todas as vezes que vem a Apucarana reencontra ex-alunos nas ruas. “Eles pedem que eu organize um evento como este, porque era um ambiente muito gostoso, muito familiar. Tinha médicos, advogados, engenheiros, empresários, gente do comércio e de vários outros segmentos. O oftalmologista Pedro Hirata, por exemplo, que depois foi dar aulas no CTG, começou comigo”, acrescenta o professor. Lisboa destaca, inclusive, que os nisseis adoraram a dança gaúcha. “Tanto que criaram a Noite do Japaúcho e me deram até uma placa”, diz Lisboa.

O professor considera que a dança continua muito presente na vida das pessoas, mas acredita que com o “boom” do sertanejo universitário alguns casais não se sentiram livres ir atrás. “É mais os jovens que procuram aprender esse estilo, que também é bonito, é envolvente. As letras é que exploram exageradamente o lado sensual”, pondera Lisboa. Para ele, porém, a procura pelas aulas de dança tendem a prosseguir até como forma de atividade física. “Quem dança bastante perde peso e ganha massa muscular. Para quem dança apenas socialmente, também faz um bem enorme, por causa da autoestima”, ensina.

Lisboa admite que alguns estilos, como bolero, tango e valsa, quase não são mais tocados nos eventos. “Eu continuo ensinando, mas hoje é raro ter um casal que me procura para aprender a dançar valsa. Nem mesmo para as festas de 15 anos”, afirma. Lisboa diz que o samba, sempre prestigiado, é questão de prática. “Alguns, com três aulas, estão sambando bem. Outros, com dez aulas, saem sambando pela metade. Tive alunos que chegaram no meu curso achando que sabiam tudo e não sabiam nada. Outros chegaram achando que não sabiam nada, mas o ritmo estava tão dentro deles que dali a pouco estavam sambando com perfeição", acrescenta o professor.

Os convites para o encontro podem ser adquiridos na Vest Modas (Avenida Curitiba, 1861) ou na Câmara Municipal, com Júlio César Ravazzi (9922-4827). Para falar com o professor Jefferson Lisboa, o número é (41) 9971-7002.

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