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Bruce Springsteen sofreu de tendências suicidas nos anos 80

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A tese é defendida pelo amigo e biógrafo Dave Marsh. Citado pela New Yorker, este revela que no período após o final das gravações de «Nebraska», Springsteen teve que recorrer a um psicoterapeuta.

«Ele sentia-se suicida», revelou. «A depressão, em si, não era chocante», explica.

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«Ele andava a mil, entre o nada e alguma coisa e, de repente, lambiam-lhe o chão. Às vezes, tens que iniciar conflitos internos sobre a verdadeira auto-estima».

«As minhas questões não eram tão óbvias como as drogas», acrescentou o próprio Springsteen. «As minhas eram diferentes, mais calmas - igualmente problemáticas mas mais calmas. Com todos os artistas - por causa da ressaca da história e da auto-aversão - há um enorme impulso para a auto-obliteração que ocorre em palco».

Springsteen explica que «há uma tremenda descoberta e ao mesmo tempo um enorme abandono de si mesmo». Para o Boss, «durante aquelas horas, és livre de ti. Todas as vozes na cabeça desaparecem (…) Não há lugar para elas. Só há uma voz, a que vem de dentro», descreveu.

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Já esta semana, o guitarrista da E-Street Band, Steven Van Zandt, tinha explicado a frescura física de Springsteen aos 62 anos com a vida saudável que leva. «Ela está em boa forma por não consumir drogas. É algo que não persegue. É um exemplo vivo do que acontece quando as drogas não fazem parte da vida», assumiu.

«Claro que ele bebeu uma vez ou duas mas nunca foi bêbedo. E come bem e vai ao ginásio. É isto que acontece. Não consumam drogas. Não bebam, comam bem, vão ao ginásio que podem ser rockers aos 62 anos. Não é ficção científica. É senso comum da velha guarda», defendeu o músico.

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